Houve um debate recente entre os veículos de comunicação do mundo todo a respeito da religião islâmica. A questão levantada entre todos eles é a mesma: o islã é uma religião de paz ou de guerra? Manal Omar que é uma ativista e vice-presidente do Instituto da Paz dos Estados Unidos, representante do Oriente Médio e África Central, vê o islã como uma religião de paz. Ela já trabalha há 15 anos no campo dos direitos femininos e está lutando para criar discussões efetivas sobre os acontecimentos atuais do mundo muçulmano.

De acordo com a revista Foreign Policy: “Agora que a Rússia e os Estados Unidos aumentaram suas campanhas militares contra o Estado Islâmico e contra os grupos jihadistas radicais, a violência piorou na Síria e no Iraque. É necessário um debate sobre tudo o que te acontecido, principalmente, sobre o extremismo religioso dos islâmicos. Eles querem criar uma ‘nova raça’. Todas as nações do mundo querem saber: ‘Na era do al Qaeda, Estado Islâmico e Boko Haram, existe uma ligação entre a violência desses grupos e a fé que eles professam?”.

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Um analista da Portas Abertas encoraja esse debate: “É importante para a igreja global que haja esse tipo de debate no mundo. Políticos de todas as nações, principalmente as ocidentais, acreditam que as verdadeiras causas da violência islâmica são a pobreza, marginalização política, isolamento cultural e outras formas de alienação, incluindo a discriminação contra os cristãos. A igreja cristã está desprotegida e a violência está aumentando a cada dia. Os governos se concentram apenas em questões relacionadas ao desenvolvimento, e esquecem-se de proteger as minorias religiosas”, conclui o analista.

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