Da Redação JM Notícia

Após as Convenções do Maranhão emitirem, no dia 28 de novembro, uma Nota de Repúdio em desfavor do líder da Ciadseta -TO, Pr. Paulo Martins Neto, motivados pela circulação nas redes sociais de um áudio atribuído ao presidente da Ciadseta/TO, no qual estaria anunciando aos convencionais da Ciadseta-PA/MT que teria patenteado a marca da Convenção, o pastor Paulo Martins emitiu uma nota de esclarecimento onde se justifica sobre o teor das declarações por ele dada no áudio e também informando quais as reais intenções do Convenção sobre a marca Ciadseta.

A nota foi entregue aos convencionais, por ocasião da 72ª AGO em Paraíso do Tocantins, no último final de semana.

Confira abaixo, a transcrição do áudio:

“Meus queridos amigos da Ciadseta PA/MT, eu tenho a grata satisfação de comunicar-lhes que nesta semana nós conseguimos patentear a marca Ciadseta. Hoje ela é uma patente pertencente à igreja evangélica Assembleia de Deus de Araguaína, e nós estamos felizes porque hoje a Ciadseta aqui no Tocantins e a Ciadseta PA/MT têm uma patente registrada, a patente Ciadseta. Ela é nossa, de direito e de fato! Nós só não podemos é utilizá-la pra abrir trabalhos no Piauí, no Ceará, no Pernambuco, no Rio Grande do Norte, porque lá já tem Assembléia de Deus ligada à CGADB, e trabalhos muito fortes, trabalhos dirigidos por pessoas amigas, pessoas que são companheiras da CGADB, companheiras da mesa diretora a nível nacional. Então eu só gostaria de pedir aos irmãos: a marca Ciadseta, ela se restringe ao Estado do Tocantins, do Maranhão, do Pará e do Mato Grosso, fora disso, nós não podemos utilizar mais a marca Ciadseta, por que ela hoje pertence à Assembleia de Deus Ciadseta aqui em Araguaína”.

Pr. Paulo Martins Neto, é presidente da Convenção Ciadseta -TO
Pr. Paulo Martins Neto, é presidente da Convenção Ciadseta -TO

Ouça o áudio na íntegra!

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Leia aqui a matéria completa sobre a Nota de Repúdio das Convenções do Maranhão

Forte pressão emocional

O pastor Paulo Martins reconhece, na nota de esclarecimento emitida no último dia 10 de dezembro, que a declaração dada no áudio foi um “erro” causado exclusivamente devido a forte pressão emocional vivida por ele nestes últimos tempos. Segundo o pastor Paulo Martins, ele vinha recebendo diversas ligações de outras convenções de ministros reclamando da invasão desordenada de seus respectivos territórios de atuação, por elementos que utilizavam o nome da Ciadseta para abrir igrejas e afrontar essas mesmas convenções.

Foi devido a isso que o pastor Paulo Martins, diz ele, viu-se “num ato de extrema necessidade” e resolveu publicar uma nota verbal, direcionada para determinada situação ocorrida no estado do Piauí. Entretanto, o pastor lamenta que o áudio tenha viralizado em algumas redes sociais e com isso dado motivo para “adversários de plantão, tripudiarem e achincalharem essa presidência, de forma desleal e desrespeitosa, sem buscar nenhum esclarecimento mais preciso, de nossa parte”.

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Ainda de acordo com a nota, pastor Paulo Martins, diz que foi “aviltado” de forma violenta,  regida por pessoas, segundo ele, que não querem o bem da Convenção e nem a paz corporis.

A forma correta de agir

Após reconhecer o equívoco das declarações dadas no áudio a respeito de como proteger a Ciadseta desses usos não autorizados da marca, o pastor Paulo Martins informa na nota que a forma correta de agir nesses casos seria não o registro da patente, mas sim da marca, e também não em nome da Assembleia de Deus em Araguaína, mas da Convenção Interestadual das Assembleias de Deus do SETA no Tocantins(Ciadseta/TO).

Amadurecimento e pedido de perdão

Ao final da nota o pastor Paulo diz que o imbróglio serviu para um amadurecimento técnico e administrativo da Convenção no sentido de desautorizar, a partir daquele momento de qualquer abertura de trabalho que esteja em desacordo com as normas esclarecidas na nota. Martins informou também que já havia pedido desculpas a Ciadseta-PA/MT pelo envolvimento impensado daquela convenção, no momento da gravação e publicação do áudio.

A nota não faz nenhuma menção às convenções Ceadema e Comadesma.

Confira a Nota de Esclarecimento na íntegra:

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