Se é para assustar ou para ser extremamente verdadeiro, só o tempo irá dizer. Mas o fato é que o governador do Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB), inicia o primeiro dia do novo ano anunciando aos servidores que não irá conceder aumento de salários.

O fato é que o governador, que exerce o cargo pela terceira vez, enfrenta uma baixa popularidade. Uma das justificativas para as dificuldades no primeiro ano do mandato foi a transição, considerada por ele, traumática por não ter tido acesso as informações administrativas e financeiras do governo. Some-se a isso a dívida herdada com a folha de pagamento dos servidores referente a dezembro de 2014, de cerca de R$ 260 milhões.

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Cobrado pela oposição e até por aliados para que realize uma reforma administrativa, Marcelo Miranda explica que em 2014 existiam 66 órgãos entre secretarias e autarquias e reconhece que o seu governo diminuiu muito pouco essa gordura. Mas promete fundir secretarias e autarquias para diminuir o tamanho da máquina pública. Para isso aguarda o fim do recesso para envolver o Poder Legislativo nessa discussão.

O Estado conta com 36 mil servidores efetivos e 14 mil comissionados e contratados. Tido com pai do funcionalismo, o governador promete que 2016 será um ano de contenção de despesas e que “não irá conceder aumento para setor nenhum, para nenhuma categoria”. No entanto, haverá uma análise com relação à data-base.

Ainda sobre 2016, Marcelo Miranda promete que vai buscar investimentos para a infraestrutura do Estado, melhorar a saúde, reformar 14 escolas, equipar 130 bibliotecas e iniciar os estudos para realização do concurso para a Polícia Militar. (Com informações do Jornal do Tocantins via 247)

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