Já se sabe que a Ásia é considerada um dos maiores desafios missionários tanto por causa do seu tamanho quanto pela diversidade de povos e línguas no continente. Na maior parte da Ásia, a intolerância religiosa, que toma a forma de perseguição, é elemento presente na vida de cristãos todos os dias. E isso também é sentido por missionários que, apesar do risco de prisão ou até morte, vão a esses campos para levar a mensagem da esperança em Cristo.

Foi isso o que viveu recentemente o casal Ael e Bel Oliveira. No fim do ano passado, nossos missionários passaram três dias na companhia de vários irmãos em Cristo em um país na Ásia. Segundo Ael, eram “reuniões regadas a muita intercessão e Palavra”.

“Após os três dias e alguns minutos após o encerramento, uma inesperada visita surgiu. Era um grupo de oficiais que ficaram sabendo que havia estrangeiros participando de uma reunião com cristãos locais”, conta Ael, que junto com Bel foi orientado naquele momento a deixarem imediatamente o local para saírem em segurança.

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O casal destaca dois aspectos dessa experiência de sentir de perto a perseguição religiosa.

“Em meio aos novos desafios, o Pai tem nos lembrado das antigas convicções, e uma delas é que felizes são aqueles que sofrem qualquer privação por causa do nome do Filho. Fomos lembrados dessa verdade”, destaca Ael.

Nossos missionários também ficaram impressionados com a alegria e a resolução dos crentes locais, que continuam seguindo em frente apesar das dificuldades.

“Naquele dia, fomos lembrados do privilégio de sermos chamados pelo nome Dele e de sofrermos qualquer privação por esse nome. Por favor, agradeça ao Pai pelo livramento e peça perseverança e alegria sobre nós e sobre os nossos irmãos locais”, conclui Ael. Via Missões Mundiais

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