Sete missionários (6 canadenses e 1 estadunidense) estavam entre os 28 mortos no atentado em Burkina Faso há uma semana (15/01).

O grupo autointitulado al-Qaeda no Maghreb Islâmico (AQIM) armou o ataque ao luxuoso Splendid Hotel na cidade de Ouagadougou, especificamente por ser uma área popular com estrangeiros.

Os seis canadenses estavam no país participando de uma viagem missionária. O sétimo era o missionário Michael Riddering, de 45 anos, nativo da Flórida (EUA). Junto com outro missionário, o pastor Valentin, iriam buscar um grupo de visitantes de uma igreja na Flórida. Como estavam adiantados no horário, resolveram parar na cafeteria para tomar um cappuccino.

Pouco depois da chegada dos dois, AQIM iniciou o ataque à cafeteria. O Pr. Valentin ligou para Amy, esposa de Michael, para pedir que orasse urgentemente, mas a ligação caiu antes que ele terminasse o que dizia. Valentin foi encontrado e resgatado pelas forças de segurança. Já Mike foi achado em um necrotério, 24 horas depois.

O World Watch Monitor (WWM) informou que o AQIM chamou o ataque de “uma nova mensagem de campeões heróicos do Islã, com seus sangue e seus corpos, para os escravos da cruz, os ocupantes de nossos lares, os saqueadores do nosso tesouro, e os que enfraquecem nossa segurança”.

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Michael e Amy conduziam o orfanato Les Ailes de Refuge em Yako desde 2011, com aproximadamente 400 crianças órfãs, além de dar assistência diretamente a viúvas mais vulneráveis e reforço escolar. Durante a recente crise de Ebola, Michael fez da instituição um lugar de conforto a famílias e de ajuda para cavar sepulturas.

• Com informações do Mission Network News (MNN Online) via Ultimato

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