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Crime teria sido motivo após Edmar perder membros para a Igreja de Marcilene

Policiais de Vitória da Conquista e Itapetinga, após uma operação conjunta, prenderam na manhã desta terça-feira, dia 26 de janeiro, Edmar Santos Brito, de 37 anos, acusado de ter encomendado o sequestro seguido de morte da pastora e professora universitária Marcilene Oliveira Sampaio e de sua prima, Ana Cristina Sampaio, crimes ocorridos numa área rural que dá acesso ao município de Barra do Choça, também no sudoeste baiano. O crime teria ocorrido após Edmar perder membros de sua igreja para a pastora Marcilene Oliveira.

O marido da religiosa, Carlos Eduardo, que também é pastor, iria ser morto, mas conseguiu escapar do veículo em que era conduzido por uma dos criminosos e mesmo bastante ferido fugiu pelo mato e avisou a polícia.

A ação criminosa aconteceu no dia 19 deste mês de janeiro, resultando na morte das duas mulheres a golpes de pedra e no espancamento do pastor Carlos Eduardo. Na segunda-feira (25), o juiz da Vara do Júri e de Execuções Penais de Vitória da Conquista, Reno Viana, havia decretado a prisão preventiva de Edmar Santos Brito. Ele foi acusado de ser o mandante pelos autores do crime, Fábio de Jesus Santos e Adriano Silva dos Santos, que também estão presos por força de mandados judiciais.

A dupla  foi presa pela polícia no dia seguinte aos crimes e na sequência foi ouvida e encaminhada ao Presídio Nilton Gonçalves, onde está à disposição da Justiça.  Edmar foi preso na cidade de Floresta Azul, que fica próxima de Itabuna, no sul da Bahia e estava escondido na casa de um pastor, que também foi detido. O suspeito foi encontrado após a prisão no domingo (24), de uma mulher de 35 anos, em Itapetinga. Na casa da mulher foram apreendidos pertences de Edmar, dentre eles uma toalha e uma mala azul com peças de roupa. A acusada foi conduzida ao Complexo Policial de Itapetinga, onde foi ouvida e teria dado pistas do paradeiro do acusado.

Agora preso, o pastor Edmar Santos Brito, de 37 anos, foi encaminhado para a Delegacia da Polícia Civil de Vitória da Conquista (DEPOL), pra ser ouvido. Ele deve se juntar aos dois outros acusados no Presídio do município. (Por Ronildo Brito e Teixeira News)

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