A OAB-TO (Ordem dos Advogados do Brasil no Tocantins) promove, neste sábado, 20 de fevereiro, a campanha “OAB sem Zika”. A campanha é uma mobilização contra o mosquito Aedes aegypti, que transmite o zika vírus, a dengue, e a febre chikungunya.

 A ideia consiste envolver os próprios advogados em um grande mutirão de limpeza da sede seccional da OAB em Palmas e de sedes das OABs nas subseções, eliminado qualquer possível criador do mosquito. Em Palmas, a mobilização se inicia a partir das 9 horas.

 “Sempre falamos que temos que dar exemplo. Combater o zika e as outras doenças causadas por esse mosquito também é dar exemplo. Os advogados vão fazer a sua parte”, destaca a vice-presidente da OAB-TO, Lucélia Sabino.

 O presidente da Comissão de Meio Ambiente da OAB, Antônio César Mello, explica que a mobilização de sábado é apenas o ponta pé inicial da mobilização. A ideia é conscientizar os advogados da importância de repetir o mesmo trabalho em seus escritórios. Além disso, o presidente ressalta que esse tipo de ação precisa ser feita com periodicidade. “É bom lembrarmos que precisamos repetir os mutirões com frequência, pois de nada vai servir fazermos a limpeza apenas uma vez”, salienta César Mello.

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 Fiscalização

Ao mesmo tempo em que vai envolver os advogados no combate ao mosquito, a OAB reforçará, através de suas comissões, a vigilância das ações do poder público (seja municipal, estadual ou federal) nas ações contra as doenças causadas pelo inseto. “Lamentavelmente, o fato é que houve falha e falta de investimento do poder público. Orçamentos reduzidos, não aplicação de verba específica para o devido fim e até mesmo falta de cuidado. Nossa gestão não será omissa em apontar as falhas e sugerir as medidas necessárias para as correções, mesmo que seja por meio da judicialização”, garante o presidente da OAB, Walter Ohofugi.

 

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