Da Redação JM Notícia

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 Câmara de Vereadores lotada de servidores públicos e religiosos.

A Câmara Municipal de Vereadores estava lotada, na manhã desta quarta-feira, 09, de servidores públicos, representantes do Sindicato dos Servidores do Município (SIPEP), e também por representantes de diversas religiões, que são contra a ideologia de gênero em Palmas.

A pauta do dia seria a votação sobre o Projeto de Carreira justa, reivindicado pelos servidores públicos, que querem equiparação de nível de função e salário ao dos servidores da saúde, e o Plano Municipal de Educação, que já foi vetado pelo prefeito Amastha sobre a exclusão do termo “ideologia de gênero” no Plano e devolvido à Câmara para votação mais uma vez, que já havia votado contra, mas as votações foram adiadas em meio a tantos protestos e polêmicas por parte da sociedade sobre o tema.

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Servidores públicos e religiosos fazem reivindicação na Câmara de Vereadores sobre o Plano de carreira justa e o Plano Municipal de Educação, que inclui ideologia de gênero.

De acordo com a assessoria da Câmara, toda a dificuldade sobre a votação se dá por causa dos questionamentos sobre a ideologia, que tem gerado revolta por grande parte da sociedade, principalmente os religiosos. Católicos estiveram na Câmara com terço e cartazes e rezavam pedindo a Deus proteção às famílias.

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Segundo o pastor Amarildo Martins (PSC), que deve assumir a vice-presidência do partido cristão no Estado, disse que a luta contra a inclusão da ideologia de gênero não é uma questão de religião, mas de base familiar.

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Pastor Amarildo Martins (PSC) diz que idelogia de gênero não é uma questão religiosa, mas familiar.

“Quando Deus criou o homem ele colocou, sempre foi assim e sempre será, Deus em primeiro lugar e em segundo lugar a família. Em lugar nenhum você vai ver uma outra ordem na vida do homem a não ser essa. Deus, a família, o trabalho e a igreja. Isso aqui não é um assunto de igreja, de ideologia ou religião, isso aqui tem a ver com família, e família é a base da sociedade. O dia que acabar a base vai ruir todas as coisas, é por isso, que nós estamos aqui. Aqui tem pastores, padres, freiras, todos estamos aqui porque entendemos que o mais importante, depois de Deus, aqui nesse mundo, é a família, então nós não podemos aceitar e temos que defender nossa base”, comentou.

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As votações sobre os temas devem acontecer nesta quinta-feira, 10.

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