Por Daniel Vieira

daniel3 (1)Esses dias, um jornalista me perguntou: “Pastor Daniel, como você ver o povo evangélico e o impeachment? No meio evangélico, existe uma tendência maior favorável a impeachment ou não?” Lhe respondi o que vou lhes dizer nesse texto.

Por quê, nesse impasse político o povo evangélico deve ser visto como se fossem estrangeiros, alienados ou fora do contexto? Cristãos evangélicos é a nossa religião, brasileiros é o que somos. Afinal, questão de ética, caráter e intolerância com a corrupção, devem ser inerentes a todas as pessoas de bem da sociedade, tendo ela uma religião ou não.

A preocupação com os rumos que essa nação estar tomando, deve ser uma incumbência de todo brasileiro e os evangélicos estão inseridos nesse contexto. “Procurai a Paz da cidade para onde vos fiz transportar; e orai por ela ao Senhor, porque na sua paz, vós tereis paz”. (Jr 29.7)

A bíblia que é nosso manual de fé e prática, não nos permite fechar os olhos a todo o que está acontecendo em nossa nação.

  1. A corrupção quase que generalizada que infesta nossa política com grande ênfase no partido da presidente..
  2. Os acordos escusos, onde não importa que tipo de pessoas estão colocando em suas fileiras.
  3. As sucessões, de delações, que mostram com clareza quão envolvida está a presidente nesses conchavos, que inclusive desviou dinheiro para sua campanha.
  4. O apego a um projeto de poder que o PT tenta impor a qualquer custo, deixando de lado todo princípio ético.
  5. A crescente onda de ataques as famílias através dos educadores que usam o MEC para tentar impor ensinos perniciosos as nossas crianças.
  6. A economia sendo levada a bancarrota pela clara incapacidade de gestão da presidente, aumentando o numero de desempregados a cada dia, e minguando as conquistas obtidas pelos trabalhadores.

Entre tantos outros motivos, que  os jornais trazem até nós todos os dias e que mostra-nos, quão nefasto é esse governo e quão terríveis são os resultados da mau gestão, petista que devemos ter uma postura de hombridade e fazer valer a nossa voz. Os evangélicos, que devem ter a Bíblia como manual de fé e pratica, não podem compactuar com tudo isso. Nem com o silêncio da omissão e nem com o apoio em troca de uma ajuda social.

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