cafac1c9-205f-4d78-a5a2-71a27d1ce7deTocantins recebe autorização para exportação de carne bovina‏. Foto:Divulgação

O Superintendente Federal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), no Tocantins, José Augusto Pugliesi, está reunido com os proprietários de frigoríficos no Estado  na Superintendência do Mapa, localizada na Avenida NS – 01, Quadra 202 Sul, em Palmas, para tratar sobre as conquistas na exportação de carnes bovinas para a União Europeia.

De acordo com Pugliesi, desde 2003 que o Estado tenta a liberação para exportar produtos (carne bovina in natura) para o exterior, e  foi concedido ontem pela União Europeia, que ampliou de nove para 23 Unidades da Federação que podem fornecer carne bovina in natura para ser industrializada, fabricação de produtos industrializados (carne enlatada) para de exportação UE. “É uma abertura de mercado, já que é o UM primeiro passo para liberar a carne in natura (fresca) que é o mercado que a gente busca”, informou.

Os matadouros frigoríficos do Tocantins interessados podem vender a carne bovina in natura para ser industrializada para as  77 indústrias brasileiras habilitadas a exportar o produto enlatado para os países da União Europeia. A relação das indústrias nacionais que podem transformar a carne bovina in natura em enlatada será divulgada nesta tarde, na Superintendência do Mapa. No Estado existem nove frigoríficos regularizados.

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Em 2015, o Brasil exportou 104,4 mil toneladas de carne industrializada, o que gerou uma receita de US$ 633,58 milhões.

Conquistas

Além da liberação para exportação de carnes bovinas para enlatados, o Estado também conquistou a autorização para exportação de tripas bovinas como matéria prima para envoltórios naturais para as plantas habilitadas pela  UE. “São duas grandes conquistas. Devido a moeda europeia ser mais valorizada tende a pagar melhor o produtor que está exportando e isso é importante para a economia do Estado”, explicou.

De acordo com a Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI), para a ampliação dos estados, a UE fez um alinhamento dos requisitos sanitários com a Organização Internacional de Saúde Animal (OIE).

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