1271457037-bianca-toledo-e-felipe-heiderichA pastora e escritora Bianca Toledo anunciou separação do pastor Felipe Heiderich na noite desta terça-feira (5) em um vídeo publicado nas redes sociais. Em tom de tristeza, ela revela que Felipe era homossexual e cometeu pedofilia.

“O que eu descobri é muito grave, muito grave. No dia em que eu o confrontei, ele chegou a confirmar comigo que ele tinha um quadro de homossexualidade latente no tempo vigente do meu casamento com ele, o que me fez desejar cancelar esse casamento”, disse ela, explicando o motivo da separação.

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Bianca Toledo durante seu casamento com o pastor Felipe Heiderich

Bianca conta que após um momento de confronto entre o casal, Felipe tentou suicídio numa noite em que ela não estava em casa. Depois disso, ele foi internado em uma clínica psiquiátrica. “Na clínica, ele foi diagnosticado com uma psicose maníaco depressiva, com neurose grave, duplas personalidades”, relata Bianca.

A escritora também falou sobre uma situação que envolve pedofilia. “Como mãe, eu posso dizer que esses foram os piores dias da minha vida. Ele está cautelado por crime de pedofilia. Eu estou aguardando a justiça do céu e a justiça da terra”.

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Algumas horas antes de publicar o caso, a pastora havia cancelado sua participação no Encontro de Mulheres que aconteceria no próximo sábado (9), na Expoevangélica.

No Facebook, Bianca informou que “a anulação do casamento foi aceita como legítima diante das provas apresentadas ao juiz, e que o pedido de prisão foi feito mediante comprovação suficiente”. Ela disse também que na quarta (6) haverá uma sessão sobre seu caso na Assembleia Legislativa, dirigida pelo Senador Magno Malta — que está acompanhando o processo de perto. A reunião será exibida pela TV Senado.

“Eu fui enganada. Eu fui enganada. Mas se essa é a minha missão, eis-me aqui. Eu tenho clamado para que tudo o que está em oculto na Igreja do Senhor seja revelado, e eu fui tocada por essa revelação, mas o Senhor me livrou e eu quero que a justiça seja feita, em nome de Jesus”, finalizou.

Assista ao vídeo completo:

Com informações Guiame

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  • Rogério

    Casos a parte mas parece tolice usar o nome de Jesus para albergar uma situação que não é criminosa mas doentia, como ela mesma disse. E se é doentia, não há de se falar em justiça, nem humana nem divina, mas de ajuda e compreensão, papéis mais adequados ao cristianismo. É notório como se lembra de Deus para lhe “fazer justiça” mas não se lembra dele quando fala em separação.