Brasília – A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara aprovou há pouco, por votação simbólica, o projeto de decreto legislativo que autoriza o tratamento psicológico para alterar a orientação sexual de homossexuais, chamado de "cura gay". A matéria segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça.
“Tenho uma honra ilibada e tais acusações são descabidas. Respeito minha família, o povo brasileiro e principalmente minha fé!”, disse Feliciano em nota

O Deputado Marco feliciano, do Partido Socialista Cristão (PSC), teve seu nome vinculado a caso de assédio sexual e agressão a jovem militante do partido em Brasília. O caso, que ganhou repercussão a partir da denúncia feita pelo Blog Coluna Esplanada, vinculado ao Uol.

Jovem nega acusações em um vídeo. ASSISTA AQUI

A matéria, escrita por Leandro Manzini, conta que a jovem disse que Marco teria tentado ter relações com ela e que, encontrando resistência teria lhe agredido, deixando até hematomas.

A matéria também apresenta suspostas conversas entre o deputado e a menina, de nome preservado, pelo aplicativo Whatsapp. Nelas, um número associado ao pastor pede que a garota esconda o hematoma da boca com batom e pergunta se o namorado da garota sabia do ocorrido.

Toda a história veio à tona após Hugo Studart, ex-professor da garota, colocar em sua página todas as denúncias contra o deputado, incluindo prints das conversas e usando apenas as iniciais para preservar a identidade. Ainda assim, pessoas próximas ao professor reconheceram as iniciais P.L como sendo de Patrícia Lelis. A própria garota gravou um vídeo e veiculou em que nega todas as denúncias feitas e dizendo que o pastor é uma pessoa boa, definindo a acusação com ‘horrorosa’.

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Mesmo após o vídeo, Hugo manteve seu posicionamente e na noite desta terça-feira (2), voltou a publicar em seu perfil uma mensagem que ele atribui a movimentos evangélicos como o que ele chama de ‘admitir o pecado’. Neste texto, o autor pede aos fieis que não ‘crucifiquem’ caso a denúncia seja confirmada.

O pastor ainda não se pronunciou sobre o assunto. Ele cumpre seu segundo mandato como deputado federal por São Paulo e é conhecido por defender valores evangélicos e usar o discurso da ‘moral da família’.

Resposta

A Coluna entrou em contato com Talma Bauer, delegado civil licenciado de São Paulo e assessor de Feliciano. Ele disse que não conhece a garota, e que não havia agenda disponível hoje para conversa com o repórter sobre o caso. Avisado por e-mail para uma posição oficial do parlamentar,  não respondeu a mensagem enviada na manhã desta terça (2). Às 20h30 enviou uma nota oficial:

“Informo que desconheço tais acusações e as referidas mensagens postadas. Conheço a jovem por meio de sua participação no PSC, é uma grande lutadora contra o aborto e a favor das causas sociais. A conheço da mesma forma que conheço tantos outros jovens ao meu redor”.

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Segue a nota do assessor de Feliciano: “Tenho uma honra ilibada e tais acusações são descabidas. Respeito minha família, o povo brasileiro e principalmente minha fé! E peço que assim o façam! Assim eu encerro tal assunto, deixando nas mãos das autoridades”. ( Detalhe: a jovem relatou à coluna que se encontrou com Bauer durante uma hora numa lanchonete em Brasília )

Emerson Biazon não atendeu os telefonemas da Coluna pelo whatsapp e por celular.

Há informações de que a garota tenta, agora, explicar sua versão para jornais e revistas. Por se tratar de um episódio grave envolvendo uma jovem e um conhecido parlamentar, muito votado, e com história ainda mal explicada, cabe às autoridades policiais tomarem a frente da situação para esclarecer à população.

Com informações Notícias Ne10Coluna Esplanada via Consciência Cristã

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  • Maria De Lourdes Cezar

    EU NAO ACREDITO NISSO……….