agente da Força Nacional Hélio Andrade, baleado durante um ataque a um carro da corporação no complexo de favelas da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro
Agente da Força Nacional Hélio Andrade, baleado durante um ataque a um carro da corporação no complexo de favelas da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro

Durante entrevista coletiva, após reunião para tratar do andamento do esquema de segurança da Olimpíada, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Sérgio Etchegoyen, considerou a morte de um agente da Força Nacional de Segurança (FNS) baleado numa favela do Rio de Janeiro como muito menor que os Jogos Olímpicos.

Etchegoyen disse que a morte do agente da FNS é “muito menor que a Olimpíada” e classificou de “pontuais” outros episódios registrados durante os Jogos, como o do ônibus com jornalistas que foi atingido, segundo as autoridades, por uma pedra, além de uma bala perdida encontrada no local onde são realizadas as provas de hipismo.

O governo federal não vê problemas na segurança dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, mas garante que serão feitos ajustes no esquema de segurança do evento.

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