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“A arte não precisa de justificativa, mas também não precisa afrontar valores sagrados”, afirma a nota”. Foto: Divulgação/Ligia Jardim

A controversa peça que coloca Jesus Cristo como um transgênero e ‘reconta’ histórias bíblicas conhecidas causou polêmica no estado do Paraná. O espetáculo, originalmente de Edimburgo, foi traduzido e adaptado no Brasil e estreou nacionalmente em Londrina (PR), com sessões na última semana, dentro da programação do Festival Internacional de Londrina (Filo).

O polêmico espetáculo “O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu” continua gerando repercussão na cidade. A apresentação de peça teatral durante o Festival Internacional de Londrina (FILO) trouxe uma transexual relendo parábolas de Jesus, e a manifestação desagradou a comunidade religiosa.

Em nota, o Conselho de Pastores Evangélicos de Londrina e Região considerou que a peça seria uma afronta a identidade de Jesus Cristo. Somos “a favor da arte em todas as suas manifestações conhecidas, bem como ao acolhimento nas igrejas de todas as pessoas independentemente de sua identidade de gênero. A arte não precisa de justificativa, mas também não precisa afrontar valores sagrados”, afirma a nota.

A Arquidiocese de Londrina, que representa o público católico, também se manifestou repúdio à peça. “O teatro (…) carece de visão histórica, teológica e ética. Usar a pessoa de Jesus de Nazaré, para propagar determinada opção sexual e a ideologia de gênero, é um desrespeito à verdade e ao direito de liberdade religiosa, universalmente reconhecido. Pior, é um ultraje ao Filho de Deus e aos que O seguem e Nele creem. Nós, católicos, respeitamos e acolhemos todas as pessoas e sua orientação sexual e também temos o direito de ser respeitados. Mais uma vez perdoamos as ofensas, mas isso não nos isenta de lamentar, repudiar e protestar, porém, sem violência”, manifestou.

Com informações BondNews

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