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Pesquisa mostra que número de evangélicos contrários ao apoio de púlpito a políticos só aumenta. Foto: Reprodução

Quatro em cada cinco norte-americanos acham inadequado o fato de pastores apoiarem candidato nos púlpitos das igrejas, de acordo com uma pesquisa feita pelo instituto LifeWay Research e divulgado pelo site ChristianToday.

O novo relatório divulgado pelo instituto, compara os resultados de pesquisas de 1.000 norte-americanos em 2008 e 2015 e constatou que a desaprovação de apoios, mesmo que um pouco mais baixo, continua a ser elevado em geral. Em ambas as pesquisas, o instituto LifeWay perguntou aos americanos a seguinte questão: “Você acredita que é apropriado pastores apoiarem publicamente candidatos a cargos públicos durante um culto na igreja.”

Para a maior parte dos americanos evangélicos concorda que os pastores e as igrejas devem abster-se de utilizar os seus recursos, incluindo o púlpito-fazer campanha para um candidato específico. Setenta e três por cento dizem pastores devem abster-se, enquanto que cerca de 65 por cento dizem que as igrejas devem abster-se.

O relatório também diz que 75 por cento dos entrevistados disseram que as igrejas deveriam abster-se desses apoios completamente.

“Os americanos já discutem sobre política suficiente fora da igreja”, disse Scott McConnell, diretor-executivo da LifeWay. “Eles não querem pastores trazendo esses argumentos durant o culto.”

Cerca de 33 por cento dos evangélicos também querem que as igrejas sejam punidas se elas optarem em apoiar um candidato.

“Os apoio de púlpito são impopulares e a maioria dos americanos dizem que eles são inadequados”, disse McConnell.

Em 2008, apenas 13 por cento dos americanos responderam à pesquisa, dizendo que eles concordaram que era apropriado para pastores apoiarem publicamente candidatos durante um culto na igreja. Na pesquisa lançada mais recentemente, essa percentagem cresceu para 19 por cento.

A Receita Federal instituiu a proibição de pregadores apoiarem candidatos durante os cultos na década de 1950. A proibição é conhecida como a Emenda Johnson.

Donald Trump disse que iria eliminar a proibição se eleito presidente e disse que seria o sua “maior contribuição para o cristianismo”.

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