Por Renato Varges

people at a funeral in a cemetery
Existem igrejas que se tornaram “experts” em maltratar seus pastores

O ministério pastoral é extremamente árduo. Servir a Cristo como pastor ao contrário do que alguns pensam não é nada fácil. Na verdade, não são poucos os líderes que vivem debaixo de uma enorme pressão espiritual. A igreja em alguns casos é implacável exigindo do pastor muito mais do que ele pode dar.

Uma pesquisa feita nos Estados Unidos afirma que cerca de 90% dos pastores estão trabalhando entre 55 a 75 horas por semana. O percentual de esgotamento está no máximo, com somente 50% dos pastores cumprindo seus anos de trabalho como pastor. A pesquisa também afirma que mais de 50% dos graduados nos seminários deixam o ministério depois de 5 anos. Mais de 1200 pastores a cada mês deixam o ministério devido a tensão ou situações relacionadas com a igreja, assuntos familiares ou falha moral.

Pois é, complicado não é mesmo? Para piorar a situação existem igrejas que se tornaram “experts” em maltratar seus pastores. Eu particularmente, conheço inúmeras igrejas que de forma acintosa e perversa arrebentaram com as vidas de seus líderes.

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Lamentavelmente o  “pacote de maldades” de algumas igrejas para com o seu pastor é de deixar qualquer um ruborizado.

Veja por exemplo algumas atitudes que podem contribuir para a “morte” do pastor:

1-) Trate-o com desdém, minando pelos cantos da igreja sua autoridade espiritual.

2-) Trate mal sua esposa e exija dela mais do que ela pode dar.

3-) Trate mal seu filhos chamando-os de pestinhas ou coisa pior, colocando sobre eles um peso que  não foram chamados a suportar.

4- ) Pague um salário de fome para ele.

5-) Desrespeite-o publicamente.

6-) Semeie duvidas no coração dos irmãos quanto ao caráter dele.

7-) Desvalorize seus ensinos e pregações.

8) Comporte-se dolosamente falando mal dele para a liderança da igreja.

9-) Murmure o tempo todo demonstrando sua insatisfação com o trabalho desenvolvido.

10-) Faça-o trabalhar além da conta não concedendo a ele o direito a férias e descanso.

Que Deus tenha misericórdia do seu povo!

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