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Casal mora nos fundos de igreja. Crime chocou a vizinhança principalmente devido à autoria. Foto: Kleber Lima

Um homicídio nos fundos de uma igreja evangélica. Casada com um pastor, uma mulher de 44 anos está presa por ter matado o próprio marido em Ceilândia (DF). Eva Oliveira Barbosa Diniz confessou o crime à Polícia Civil nesta quarta-feira (21), em depoimento. Vizinhos se surpreenderam com a situação, pois os consideravam um casal tranquilo.

De acordo com a Polícia Civil do Distrito Federal, a mulher confessou que estaria com ciúme do marido por acreditar que ele abusava do filho, de 16 anos, e da filha, de 20 anos. No entanto, ambos teriam negado a suspeita. O corpo foi retirado da casa pela Polícia Civil por volta das 18h de hoje.Damião Diniz do Nascimento, 46 anos, era pastor da Igreja Pentecostal Renascer. A suposta autora do crime o auxiliava nos serviços do templo há mais de uma década. Ontem, por volta das 20h, Eva Barbosa teria esperado o marido dormir para depois golpeá-lo com pauladas e facadas e depois asfixiá- lo com um saco. O caso só foi descoberto hoje, por volta das 12h, após um dos filhos do casal ter visto o pai caído no chão e chamado a polícia.

Espanto na região

Ao saber do ocorrido com o casal, moradores da redondeza se surpreenderam com a morte do pastor, ainda mais com o fato de a mulher ter confessado a autoria do crime. .
Após saber dessa informação, uma vizinha, que não quis se identificar, diz ter entendido a frase que Eva dizia aos que entravam na casa no dia crime: “Ele morreu. Não foi culpa minha”.

A mesma testemunha contou que, depois da chegada da polícia, com a casa cercada, a esposa parecia muito comovida com o acontecimento.

Eva e Damião eram casados há 30 anos e tinham seis filhos. Alguns deles moravam na mesma casa onde o crime ocorreu. A mulher foi presa em flagrante pelo homicídio do marido e deve permanecer sob custódia da polícia. O caso vai ser investigado pela 24ª DP (Ceilândia Norte). O delegado responsável pelas investigações não divulgou detalhes a respeito do crime.

Com informações Jornal de Brasília

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