amastha
Amastha sobre debate: “Velha política ataca gestão por desejo de poder”

Ao lamentar a estratégia dos adversários de desqualificar os feitos da gestão municipal, mentir e buscar apenas o ataque para tentar confundir a população durante debate eleitoral dessa sexta-feira, 23, o prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB), afirmou que o motivo é um só: “Sem propostas, os adversários só atacam a gestão, meus companheiros e a mim por desejar apenas o projeto de poder”. Para Amastha, essa é a tática dos políticos do atraso. “É a prática da velha política que foi derrotada pelo povo palmense em 2012 com o voto de confiança em nossa gestão. Neste ano, o palmense também vai dar, nas urnas, o que eles merecem porque ninguém aguenta mais essa visão maldosa de agir e fazer política”, afirmou Amastha, logo após o debate promovido pelo canal SBT em parceria com o site T1 Notícias.

No encontro, o prefeito e candidato à reeleição pela coligação “Palmas Bem Cuidada” apresentou dados concretos de sua gestão e firmou compromissos pela continuidade das ações em planejamento e executadas nas áreas de saúde, educação, planejamento sustentável, mobilidade urbana e infraestrutura, principalmente.

Na saúde, por exemplo, foram 17 novas unidades de saúde. Já na educação, Palmas obteve o primeiro lugar entre as capitais no Ideb (índice de Desenvolvimento da Educação Básica), ampliação de 40% para 70% de alunos em tempo integral (zona rural é 100%), crescimento de 6.118 em 2012 para 11.469 este ano do número de alunos atendidos na educação infantil, construção de três escolas de tempo integral e oito novos Cmeis, entre outros investimentos.

Palmas de pé

O debate foi aberto com uma pergunta comum a todos os candidatos elaborada pelo mediador Fernando Hessel, jornalista do SBT, sobre se cada candidato se considera com caráter para ser prefeito de Palmas. “Esse é um dos motivos que estou aqui. Em 2012, Palmas foi pioneira ao eleger alguém que não representava a velha política. E tenho honrado muito essa responsabilidade. Estou sendo prefeito no momento mais difícil da crise do Brasil e Palmas está de pé”, disse Amastha, em referência à situação financeira do município e de gestão, com obras e resultados positivos em relação à saúde e educação, por exemplo.

Um dos temas usados pelos adversários para atacar a gestão Amastha foi a chuva torrencial que atingiu Palmas nos últimos dias, causando problemas em alguns pontos da cidade. “Que despreparo”, lamentou Amastha ao responder o questionamento da vice-governadora Cláudia Lélis. “A senhora deve saber, primeiro, que drenagem não é para que não inunde, mas para escoar a água mais rapidamente”, completou o prefeito. A administração atual fez obras de macrodrenagem nas vias LO-5, LO-19, Aureny III, 1304 Sul, 1306 Sul, Santo Amaro, NS-6, LO-3, NS-7 e 405 norte. Ainda durante sua fala, Amastha perguntou à vice-governadora quais seriam suas propostas sobre o tema, mas ela não respondeu.

Amastha também destacou ações voltadas ao turismo. “Primeiro concentramos esforços no Centro de Convenções, parado e abandonado havia 10 anos. Não se pode falar de turismo de negócios sem ter um centro. E, diferente de antes, que nossa cidade tinha uma péssima imagem, Palmas foi transformada. Turistas de várias partes do País, os palmenses que agora ficam aqui em datas comemorativas. E a cidade hoje está bem cuidada, cheio de vida e que movimenta dinheiro, renda, garantindo e ampliando empregos.”

 Transparência

Questionado sobre transparência na gestão, o prefeito afirmou sentir orgulho dos resultados obtidos. “Criamos a Secretaria de Transparência. Quem mexe com dinheiro público tem que ter consciência e responsabilidade. Quando assumimos éramos o último no ranking de transparência. Hoje, o Ministério Público Federal nos dá 8,5, um dos melhores entre as capitais.

 Carlos Amastha também falou sobre planejamento estratégico, que garante sustentação nos projetos e execuções do município. Entre suas propostas está o “Palmas Sustentável”, estudo feito por instituições de renome mundial, como BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), Microsoft e Caixa Econômica Federal, que dá o diagnóstico e nos permite planejar a longo prazo, criando uma cidade planejada e sustentável.

Saúde

 Ao ser questionado sobre a saúde, o prefeito respondeu que assumiu Palmas com suas unidades de saúde funcionando em “postinhos” e em imóveis alugados. “A Saúde evoluiu. Hoje temos 100% de cobertura de atenção básica e duplicamos o número de equipes da Saúde da Família. UPA Sul, UPA Norte, são 17 novas unidades de saúde, e vamos inaugurar o ambulatório com 19 especialidades e até cirurgias eletivas”, lembrou.

Herança maldita

Amastha foi obrigado a esclarecer ainda que o ex-prefeito Raul Filho deixou a cidade com dívidas de R$ 40 milhões de INSS, prefeitura sem crédito e por isso não poderia firmar convênios e receber recursos. “Tive de ir a Brasília, renegociamos graças à credibilidade e projeto de gestão que temos hoje em Palmas. Isso sem contar a cidade esburacada, suja, escura sem recolhimento de lixo. A prefeitura era um sofisma de administração.”

Sobre infraestrutura, ao responder questionamentos inverídicos dos adversários, Amastha lamentou. “Olha, que falta de preparo, que coisa feia. Quero me dirigir aos moradores do Santo Amaro. Foram 14 anos de abandono e, nesta gestão, fizemos a regularização. E o Taquari? Anos de descaso, e esta gestão fez o que fez lá. Vão lá”, sugeriu o prefeito aos adversários.

Ao final do encontro, Amastha pediu que o eleitor faça uma reflexão sobre exceções na política e que dê novamente voto de confiança para a gestão continuar os projetos, as obras e realizações de Palmas. “Peço: não criminalize toda a política. Quem quer se doar, trabalhar por projetos não pode ser afastado em razão da velha prática de fazer política. Tenho orgulho de ter quebrado o paradigma e derrotado a velha política em 2012. Este ano é diferente. É voto de manutenção dos projetos, das conquistas. Uma gestão é um todo e vamos continuar a fazer muito mais por Palmas”, finalizou. (Ascom Palmas)

COMPARTILHAR

Atenção: Os comentários são de inteira responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Jornal.