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Por Marcos Lacerda

Deuteronômio: 17. 15. porás certamente sobre ti como rei aquele que o Senhor teu Deus escolher. Porás um dentre teus irmãos como rei sobre ti; não poderás pôr sobre ti um estrangeiro, homem que não seja de teus irmãos.

Ao longo da história Deus esteve presente em alguns processos políticos  e deixou sua opinião na escolha dos candidatos que deveria governar. Ele, mais do que qualquer cidadão preocupado com a gestão política, está interessado na coisa pública. A final, as autoridades foram constituídas por Ele no afã de manter a ordem social e a sociedade como obra de suas mãos exige seu cuidado paterno. Como governante, está acima de qualquer pessoa, e como eleitor, seu único voto é suficiente para eleger. Mesmo que esteja sozinho de um lado, o voto dele sempre será a maioria.

Ainda no começo das civilizações e no princípio das eras Ele organizou o primeiro processo político da história. Como mandatário Supremo do Universo elegeu Adão a presidente mundial da humanidade e o deu direitos e deveres que rigorosamente deveriam ser cumpridos. O princípio que regia este governo era a inocência e pureza moral, dois ingredientes que não podem faltar nos candidatos que Deus escolhe.

Nas eleições de 1500 A.C. para governador do Egito, o Senhor resolveu intervir e escolheu um candidato à altura para resolver os problemas futuros que o país enfrentaria. José foi o eleito por Deus. Sua capacidade de gestão e planejamento estratégico era de fazer inveja. Se o mesmo estivesse entre nós, com certeza seria o melhor ministro da fazenda do mundo.

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Nenhuma sociedade subsiste sem um sistema jurídico formado por leis e serviços que regem as questões civis e sociais. Portanto, nas eleições do governo teocrático de 1633 a.C. Deus elegeu um diplomata, Moisés. Um homem acadêmico, versado em toda ciência e cultura. Sua habilidade na escrita nos premiou com a base teológica do AT(o Pentateuco) e formou o código civil de Israel, um exemplo para todos os sistemas jurídicos do mundo antigo e pós moderno. Deus mais uma vez nos ensina que o legislativo precisa estar bem representado. Afinal, uma lei pode ou não favorecer o culto cristão.

As crises derrubam os muros que protegem a sociedade e a deixa exposta aos perigos. Para resolver este problema é necessário alguém que tenha foco, liderança e espírito nacionalista. Alguém que chore por sua nação. Neemias foi este homem que Deus elegeu como governador nas eleições de 445 a.C. em Jerusalém. Com ele Deus tirou Israel de uma crise humanitária e colocou a nação nos trilhos.

O que dizer de um rei que era segundo o coração de Deus? Sem sombra de dúvidas esse monarca foi Davi. Um rei que estava preocupado em levar a nação aos pés do Senhor. Alguém que buscava colocar Deus como centro e a razão do seu sucesso como líder político. Davi é um personagem imortal por  possuir muitas características, mas quero destacar sua humildade. Foi exatamente isso que tornou Davi o homem segundo o coração de Deus. Não porque era perfeito, mas humilde. Um líder que não sabe reconhecer seus erros jamais poderá conquistar os acertos.

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Há muitos líderes que foram eleitos por Deus e poderíamos citar vários. Contudo, sucintamente quero dizer que ainda é possível Deus eleger alguém através de nós que seja de acordo com sua soberana vontade. Nestas eleições de 2016 poderemos colocar no executivo e legislativo da nossa cidade um representante legal que esteja dentro da vontade de Deus. E a vontade dEle é esta “…Porás um dentre teus irmãos como rei sobre ti; não poderás pôr sobre ti um estrangeiro, homem que não seja de teus irmãos.”

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