Militantes do Estado Islâmico registram execução em massa de prisioneiros. (Imagem: Captura de Tela)
Militantes do Estado Islâmico registram execução em massa de prisioneiros. (Imagem: Captura de Tela)

É um fato incontestável que o Estado Islâmico (EI) tem prosseguido com sua campanha de genocídio contra os cristãos, como parte do grande esquema para conquistar o mundo. Não existe uma contabilidade exata do número de cristãos que perderam suas vidas nas mãos impiedosas dos jihadistas islâmicos até o início deste ano. Mas, um relatório apresentado ao Departamento de Estado dos EUA aponta um dado estimativo.

De acordo com o relatório baseado em casos documentados, entre 2003 e o dia 9 de junho de 2014, pelo menos 1.131 cristãos – identificados pelo nome e lugar de morte – foram assassinados pelo Estado Islâmico, de acordo com CNS News.

Durante esse mesmo período, o relatório disse que pelo menos 125 igrejas cristãs também foram atacadas ou destruídas pelo grupo terrorista. Entre os ataques estão uma igreja em Mosul, que foi explodida no dia 9 de março, 2015; outra atacada por um carro-bomba no dia 9 de junho de 2008 e uma Igreja arménia, queimada no dia 25 de janeiro de 2015.

Mais cristãos foram assassinados por militantes do EI em 2015 e 2016, mas os nomes e locais de morte das vítimas ainda não foram registrados num único documento, de acordo com a CNS News.

Declaração oficial

Este relatório se tornou a base para a declaração oficial do Secretário de Estado dos EUA, John Kerry que apontou as ações dos extremistas contra os cristãos e outras minorias religiosas. A Grã-Bretanha, o Parlamento Europeu, o Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos e os governos do Iraque também declararam as ações de genocídio do EI.

“O assassinato de cristãos é comum no Iraque, Síria e Líbia. Muitos deles foram mortos na frente de suas próprias famílias”, afirmou relatório. Durante a aquisição do EI sobre Mosul, a segunda maior cidade do Iraque próxima a Bagdá, cerca de 500 pessoas foram mortas pelos jihadistas.

“Na Síria, uma organização que lida com as igrejas perseguidas informou sobre as valas onde os cristãos mortos são jogados. O patriarca Younan estima que o número de cristãos alvejados e mortos pelos islâmicos seja mais de mil”, acrescenta o relatório.

O relatório apresentado pelos “Cavaleiros de Colombo” e pelo grupo em defesa dos cristãos lista os nomes e locais (com datas) de 1.131 cristãos que foram assassinados pelo Estado Islâmico. Por exemplo, ele diz que Alicia Nour foi morta em Mosul no dia 01 de fevereiro de 2005. Ashoor Younan Botros foi assassinado em Bagdá no dia 24 de junho de 2013. Em 1 de julho de 2015, Qais Abd Shaaya foi morto pelo Estado Islâmico em Bagdá. FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

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