Da Redação JM Notícia

Júnior Geo defende equiparação salarial entre servidores e questiona secretário por não estar em quitação com a justiça
Op. Nosotros: Para o vereador Júnior Geo, o castelo de corrupção está sendo mostrado à sociedade

O vereador Júnior Geo (Pros),comentou a operação Operação Nosotros, da Polícia Federal deflagrada nesta quinta-feira, 10, em Palmas –TO, que investiga um suposto esquema de fraude envolvendo o processo de licitação para construção do sistema de transporte BRT de Palmas no valor aproximado de R$ 260 milhões. O prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB), é alvo da operação e teve mandado de busca em apreensão expedido pelo  juiz federal Klaus Kuschel, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), de Brasília.

Para o vereador Júnior Geo, “a redoma que se encontra envolvendo o castelo de corrupção está sendo mostrada à sociedade, graças a Deus. Que as investigações permaneçam e venha a se consolidar”, disse o vereador ao JM Notícia.

Geo desejou ainda, que a Polícia Federal se fortaleça a cada dia, juntamente com a imagem do Sérgio Moro como símbolos de combate à corrupção.

LOBO

Sem citar o nome do Prefeito Carlos Amastha, o vereador Júnior Geo afirmou que “o lobo continua se fazendo passar por cordeiro, mas que a casa ainda vai cair”.

Segundo a Federal, estão sendo cumprido 22 mandados judiciais, sendo 10 de condução coercitiva e 12 de buscas e apreensão nos estados de Tocantins, Paraná e Santa Catarina.

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Coletiva – Durante coletiva na manhã desta quinta-feira, 10, a Policia Federal afirmou que donos de terras em Palmas –TO,  sofreram pressão por parte da Prefeitura de Palmas para doar parte de imóveis às obras do Bus Rapid Transit (BRT).

A PF investiga suposta fraude no valor de R$ 260 milhões. Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e 12 de condução coercitiva. Durante a coletiva, a PF informou que foram apreendidos R$ 180 mil, na casa do prefeito da capital Carlos Amastha.

O superintendente da corporação no Tocantins,Arcelino Damaceno, que as investigações começaram depois de um pedido do Ministério Público Federal para que a polícia apurasse possíveis fraudes nas licitações.

“Durante as investigações apareceram algumas pessoas que declararam que recebiam pressão por parte de agentes públicos da prefeitura para que suas terras fossem cedidas para terceiros. Observamos que existia um desvio de finalidade para que o BRT pudesse valorizar determinadas áreas e essas áreas deveriam estar em nome de pessoas que seriam beneficiárias”, contou.

Segundo informou o site G1, um destes donos de lotes procurou o MPF para fazer a denúncia. Ele informou que teve uma propriedade declarada de utilidade pública a partir de um decreto do ano de 2014. Depois, representantes da prefeitura teriam proposto um acordo para que ele cedesse, gratuitamente, entre 5 e 10% das terras, para imobiliárias. Se ele aceitasse, o município suspenderia o decreto. Parte das terras seria destinada às obras do BRT.

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O homem contou às autoridades que se negou a realizar o acordo. Diante da negativa, a prefeitura teria dito que iria cobrar parcelas de IPTU atrasadas, que chegavam a R$ 85 milhões. Ele procurou a promotoria para fazer a denúncia. Escutas telefônicas, conforme a polícia, confirmam a pressão dos agentes sob o dono da terra.

“O que se tem é a utilização da máquina pública coagindo pessoas a passarem suas terras para outras pessoas para que elas fossem beneficiadas pelo projeto do BRT”, explicou o superintendente.

A suspeita da polícia é que as imobiliárias atuam na prefeitura com representantes sendo nomeados para o cargo.

Em relação à construção do BRT, a polícia disse que antes de a prefeitura realizar a captação de recursos, algumas empresas fizeram avaliações de imóveis por onde o transporte passaria, o que para a investigação, demonstrou  que as empresas receberam informações privilegiadas da prefeitura. Do G1 TO, com informações da TV Anhanguera

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