Na tarde desta terça-feira, 21, policiais civis da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (Derfrva), coordenados pelo delegado Rossílio de Souza Correia, com apoio de policiais da inteligência do Detran, deflagraram mais uma ação de combate à criminalidade, a qual resultou  na prisão de membros de uma associação criminosa responsável pela alienação de veículos furtados no Estado do Tocantins.

Conforme o delegado Rossílio, Francisco José Sampaio Neto Miranda, 31 anos, Juscelino Vidica do Prado, 55 anos e Weslane Medanha da Silva, 27 anos foram presos em flagrante durante a operação, que também resultou na apreensão de três veículos furtados, mediante fraude sendo; dois, Nissan, Kicks, ano 2016, modelo 2017 e um Renault Fluence, também ano 2016/modelo 2017.

No decorrer do trabalho investigativo também foi apreendido em poder do grupo, documentos falsos, tais como RGs, Carteira Nacional de Habilitação, bem como Certificados de Registros de Licenciamento de Veículos (CRLV). O grupo estava sendo monitorado desde mês de dezembro de 2016, data essa em que estiveram no estado e se hospedaram em um hotel e, nesta terça-feira, foram presos na Avenida JK, em Palmas após serem perseguidos pela Polícia Civil.

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 O delegado Rossílio detalhou a forma de agir do grupo. “Os membros da organização furtavam os veículos, mediante fraude, usando documentos falsos nas locadoras Unidas e Movida, em São Paulo e depois, utilizando CNH e recibos falsos, faziam transferências fraudulentas para o nome de Francisco José Sampaio Neto, que tinha a função de ser o “laranja” da organização, que por sua vez, usava o nome falso de José Galba da Conceição Santos e Adalton Silva de Souza”, pontuou.

 Depois de efetuada a transferência dos veículos para o nome do laranja e já de posse de um DUT, original, o grupo revendia os carros no Estado do Tocantins. Após serem conduzidos à sede da Derfrva, Francisco José Juscelino Vidica e Weslane Medanha foram autuados em flagrante pelos crimes de receptação, falsidade ideológica e uso de documentos falsos e, em seguida foram recolhidos à carceragem da Casa de Prisão Provisória (CPPP) e para a Unidade Prisional Feminina de Palmas, respectivamente, onde permanecerão à disposição do Poder Judiciário.

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