Da Redação do JM Notícia – Dermival Pereira

Paulo Roberto foi eleito prefeito pela maioria dos votos, mas não tomou posse por problemas judiciais

A população de Taguatinga, Região Sudeste do Estado pode conhecer hoje, quem de fato será o prefeito do município, ou até mesmo se preparar para voltar às urnas para escolher um novo chefe do Executivo Municipal. Isso porque consta na Pauta de julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Recurso Especial do prefeito eleito, Paulo Roberto (PSD), que teve os votos anulados pela justiça devido ao indeferimento do registro de sua candidatura, dias antes do pleito, pelo Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE).

O político chegou a concorrer o pleito e obteve a maioria dos votos, porque a decisão da Corte, que o impedia de concorrer as eleições foi proferida quando a relação dos candidatos já haviam sido inserida no sistema das urnas eletrônicas. Depois do Pleito, o TRE deferiu um pedido da coligação do segundo colocado, o candidato Miranda Taguatinga (PV), e anulou os votos recebidos por Paulo Roberto, que recorreu da decisão entrando com Embargos de Declaração com pedido de efeitos modificativos. O recurso também foi negado pela Corte, mas o postulante ao Paço Municipal de Taguatinga entrou com um Recurso Especial no Tribunal Superior Eleitoral, me Brasília, que será julgado hoje.

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Apesar de no sistema da Justiça Eleitoral, o nome de Miranda Taguatinga aparecer como candidato eleito, a Justiça determinou que o presidente da Câmara, Lindomar Almeida da Silva (PMDB), assumisse interinamente a Gestão até que o caso fosse julgado. Situação semelhante a Itacajá, que até o momento vem sendo comandada pelo presidente da Câmara,  vereador Wesley Clayton Barros.

Novas eleições
Nos dois municípios, ambos os prefeitos eleitos, estão impedidos de tomar posse, pelo menos por enquanto, devido ao indeferimento de suas candidaturas pela Justiça Eleitoral aqui do Tocantins, os dois candidatos impetraram com recursos no TSE que ainda não julgou.

Processo consta na Pauta do TSE para julgamento nesta terça-feira

Em caso de o TSE manter o indeferimento dos registros, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) deverá realizar novas eleições ou dar posse aos segundo colocados, porém, como isso não correu até o momento, as prefeituras estão sendo presididas pelos vereadores eleitos para o comando do Legislativo.

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