Por Francisco Vieira – Vieirinha

Nem todo grande líder é político – Por Francisco Vieira

Será que o sentimento de insurreição da população está varrendo os políticos das ruas e  por incrível que pareçam as siglas partidárias vem cada vez declinando no conceito de confiança da população principalmente os partidos e nomes de políticos delatados na lava jato.                   

Não basta ser racional, tem que ter a razão que seja incorporada de forma inteligente, Já foi época que os fatos aconteciam e não existia na legislação brasileira previsão de punição de politico corruptos, vamos reconhecer quando um corrupto está na mídia,  ele desaparece do povo achando que a melhor tática é ficar fora dos holofotes.  A população ingressou definitivamente na era digital onde todos se expressa pelas redes sociais e cada cidadão pode sair do anonimato, dizer suas palavras, encontrar seus interlocutores, organizar grupos, formular uma ideia e sair ás ruas, esse fenômeno representa um rumo novo na história, claro que todas as variáveis é importantes no fortalecimento da democracia.

É fácil entender porque o desconforto da população que acreditou e se fez doar por inteiro no projeto político independente e privado,  e agora estão se incomodando com as carinhas de época de campanha, que aproveita o calendário eleitoral para levar vantagem e  aumentar sua renda na compra e venda de  votos. Para mudar tudo isto é preciso refazer os caminhos inverso que a política rasteira começou seus meios legais dentro da  lei. A  sociedade tem homens e mulheres de ousadia e a coragem de quebrar este modelo administrativo que cada vez mas a favor do dominante. Não podemos viver como uma manada que anda de forma aleatória e que a final, “nem todo grande líder é político”.  Quem poderia fazer esse papel?  Um líder carismático?  Um movimento social?  Um grupo de representantes?

O povo está saturado do último papelão. O bom seria se, todos os políticos,  refletisse da atual situação antes que o eleitor consciente,  decida e não lhe cobra  transparência e honestidade.  E tenho dito.

Entre Linhas

O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins, Mauro Carlesse (PHS), participou nesta quinta-feira, dia 16, de reunião em Brasília com o presidente da República, Michel Temer (PMDB). Na ocasião, foram tratados diversos assuntos de interesse do povo tocantinense, como o Pacto Federativo com os Estados e questões ambientais.

Léo Barbosa – Junior Geo

Júnior Geo critica aumento de impostos e organiza movimento contra reajuste da tarifa do transporte público.  Destacou que “fomos surpreendidos por uma tentativa de aumento do IPTU, primeiro, via projeto de lei e em seguida, via decreto. Já se encontra nesta Casa de Leis o aumento da iluminação pública em 42%, o aumento da coleta de lixo em 208% e os 17% de aumento para o transporte público”, criticou, afirmando que “são porcentagens que pesam no orçamento familiar”.

Alan Barbiero questiona contrato de 20 milhões da Sefaz e bloqueio de emissão de  notas fiscais. Barbiero explica que existem várias outras maneiras de garantir a cobrança de dívidas, mas que essas não podem sacrificar os empresários, principalmente os micros e pequenos.

Em resposta a Andrino, Lúcio Campelo defende senador Vicentinho.   O Vereador insinuou que o Senador é um despachante, o que irritou Lúcio Campelo que subiu à tribuna pedindo respeito para com Vicentinho.

Léo Barbosa chama de “criminosa”, licitação da prefeitura de R$ 345 mil por retirada de decoração natalina.  Em tom de indignação o vereador afirmou que “esta licitação é criminosa, pagar mais de R$ 141 mil reais para retirar decoração de natal é um desrespeito ao dinheiro do povo desta cidade”, criticou.

PL de Diogo Fernandes prevê multa para empresa que cortar água e energia em dia que antecede fim de semana e feriados. Para Fernandes, “o projeto de lei visa resguardar o direito do consumidor.

Wanderlei Barbosa destaca importância de Santillo para criação do Tocantins.  Em sessão solene nesta quarta-feira, 15, a Assembleia Legislativa rendeu homenag

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