Da Redação JM Notícia – A Ordem dos Pastores Batistas do Brasil (OPBB) emitiu uma declaração a respeito de temas cada vez mais discutidos na sociedade brasileira que são: homossexualidade, identidade de gênero, orientação sexual, uniões homo e poliafetivas.

O documento foi aprovado na assembleia do dia 18 de abril e mostra a visão da entidade acerca dos projetos de leis que podem ser interpretados como imposições pela defesa de grupos, cerceando a liberdade de consciência e expressão de outros grupos.

No texto a instituição fala sobre as razões bíblicas encontradas para prática homossexual chegando à conclusão de que a “união homossexual, ainda que tenha amparo judicial em alguns sentidos, não é compatível com a compreensão bíblica do matrimônio”.

A OPBB confirma o que já diz a Assembleia da Convenção Batista Brasileira, “em relação ao chamado casamento homossexual, entendemos que uniões legais amparam arranjos de pessoas do mesmo sexo que decidem estabelecer um relacionamento de união e que necessitem legar herança, visitar companheiros em hospitais, etc.”, porém a prática, no entendimento da organização, se constitui como um desvio do caminho estabelecido por Deus.

Considerações legais sobre orientação sexual e identidade de gênero

O texto também cita a Constituição Brasileira e a Base Nacional Curricular Comum (BNCC) para o Ensino Médio para falar sobre identidade de gênero e orientação sexual, assuntos cada vez mais polêmicos na sociedade brasileira.

O órgão também citou o artigo 226 da Constituição Federal que versa sobre a proteção do Estado à família através do reconhecimento da união estável entre um homem e uma mulher através do casamento.

“Entendemos as diferenças entre os sexos (masculino e feminino) e não aceitamos qualquer forma de discriminação, preconceito e violência (doméstica, social, simbólica e sexual) contra as mulheres ou homens, bem como defendemos a igualdade de direitos sociais, trabalhistas, de respeito e outros, entre ambos os sexos”, diz trecho do documento.

Portanto, a OPBB se coloca contra o ensinamento da identidade de gênero. “Não compartilhamos com a crença social, de que o ser humano é apenas um ‘gênero’ e que este ‘gênero’ pode ser diverso e múltiplo, podendo o homem e ou a mulher escolher esse ‘gênero’ ou ‘outros gêneros’ como substituto do sexo definido em termos neurobiogenético.”

Marisa Lobo elogia postura da OPBB

Marisa Lobo: “A igreja não pode mais ficar em cima do muro quanto assuntos polêmicos que tratem de princípios e moral”

Procurada pelo JM Notícias, a psicóloga cristã Marisa Lobo elogiou a postura da OPBB em divulgar uma nota baseada não apenas nos princípios bíblicos, mas também em aspectos legais.

“A igreja não pode mais ficar em cima do muro quanto assuntos polêmicos que tratem de princípios e moral. A ideologia de gênero visa exatamente uma Reorientação mundial dá sexualidade humana e do entendimento científico do que é ser homem ou mulher.

Em seu entendimento, a Igreja segue a Bíblia e tudo nela está em concordância com as raízes históricas, lógica, moral, legal e científica dá humanidade. “O resto é manipulação forjada culturalmente para doutrinar a humanidade e com isso afetar a fé das pessoas”, afirmou a psicóloga.

Conhecida nacionalmente pela defesa da família, Marisa Lobo elogiou os pastores da Ordem que estudaram o assunto de modo científico e disponibilizaram este documento que irá servir para a orientação de outros pastores. “O texto contempla o respeito a todas as pessoas, contempla o amor ao próximo com verdade bíblica e científica e não pela manipulação.”

Questionada se outras denominações devem opinar sobre o tema, a psicóloga defendeu que sim, que as igrejas devem adotar a mesma postura. “Todas os ministérios devem copiar, devem assumir uma postura bíblica perante esses assuntos, a igreja embora tenha algumas diferenças, mas os princípios são os mesmos e devemos todos falarmos a mesma linguagem, para não gerar confusão, manipulação é falsa doutrina.”

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  • Francisco Das Chagas Matos de

    Os gays estão se casando no Brasil, porque as leis são a cara de quem as fez; mas só constroem famílias com os filhos dos outros. Prova que é uma anormalidade.

    • Maria Do Rosário Cavalcante

      Estamos nos casando, no mundo(Não apenas aqui no Brasil), porque as leis têm que favorecer a TODOS os CIDADÃOS, sem exceção…
      Somos cidadãos como qualquer outro, pagadores dos mesmos impostos…
      Temos os mesmos deveres e temos que ter, obviamente, os mesmos DIREITOS também… Simples assim…
      Questões de religiosidade – seja qual for -, não podem influenciar a CF, que deve ser para todos, pois religiosidade é algo de cunho particular…
      Cada um tem a sua ou não…
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      Quanto à questão rasa da procriação(Relacionamentos são mais do que isso), não esqueça que héteros estéreis também não podem ter filhos e que
      o fato de sermos homossexuais, não não faz, obrigatoriamente estéreis… Podemos ter filhos, sabia? E da mesma forma que os héteros estéreis… Viva à Ciência!!!
      Ah, e não se preocupe com o “crescei-vos e multiplicai-vos”, pois já estamos batendo a casa dos 8 bilhões de seres humanos…
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      Sobre Gênero, já explicaram bem, acima…
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      Parem de distorcer os assuntos e preocupem-se em distribuir Amor(se é que sabem o que é isso)…

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