‘Eu fui chamada para ser exposta’, diz Sarah Sheeva no The Noite

Ela falou sobre seu ministério e as críticas que recebe de feministas

Da Redação JM Notícia

A pastora Sarah Sheeva esteve no programa “The Noite”, com Danilo Gentili, na madrugada desta terça-feira (2) falando sobre o seu ministério.

Ao ser questionada sobre estar sem sexo há mais de dez anos, ela respondeu que esse tempo de abstinência “é uma cruz” e que ela não sente desejo sexual por manter uma vida em oração.

“Jesus já me avisou que meu tempo [de espera] será longo porque eu fui chamada para ser zoada, para ser exposta”, disse ela.

O propósito de Deus pra ela é mostrar que é possível alguém se guardar e ela tem coragem de falar abertamente sobre este assunto, tanto nas igrejas como também na mídia onde ela recebe convites constantes para participar de entrevistas.

“Eu não era mais de mídia”, explicou Sarah Sheeva que fez muito sucesso como cantora no grupo SNZ formado por ela e suas duas irmãs, Nanã Shara e Zabelê. “Deus ficou quatro anos me chamando para voltar para a mídia e então ela aceitou aparecer”.

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Seguindo o ensinamento da Bíblia, ela se mantém sem ter relações sexuais porque o sexo está restrito ao casamento. “Eu não sou celibatária, eu sou uma mulher que faz o que a Bíblia ensina. Eu não posso ter vida sexual sem ser casada, o sexo é exclusivo para o casamento”.

 

Culto das Princesas e feminismo

O apresentador Danilo Gentili questionou a pastora se os seus ensinamentos são contestados pelas feministas, pois o trabalho do Culto das Princesas – de resgatar os valores da mulher – vão contra ao que prega o movimento.

Sarah Sheeva revelou que algumas feministas que participaram de seus cultos até lhe pediram perdão. “Elas me pediram perdão porque me julgaram sem entender o que eu pregava”, disse ela.

“A 40, 50 anos atrás foi muito importante a luta pelos direitos iguais, a luta pelo direito da mulher ao voto… mas hoje, que história de direitos iguais, hoje? O que estamos ganhando com isto hoje?”, questiona.

Sarah afirmou também que quer seus direitos de ser diferente do homem. “Eu quero meu direito de ser tratada como a parte mais frágil. De trabalhar menos, porque eu envelheço mais rápido. Nós não somos iguais”.

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Ao explicar seus posicionamentos, ela diz: “Estamos banalizando as nossas próprias conquistas”.