Da Redação JM Notícia

Entre os dias 10 e 13 de maio o evangelista Franklin Graham participará da Cúpula Mundial da BGEA onde cerca de 600 pessoas de mais de 130 países irão relatar as perseguições que sofreram por se posicionarem contra a agenda LGBT.

Este será o primeiro evento a discutir sobre a perseguição cada vez mais comuns aos conservadores que não apoiam a causa gay e passam a ser alvos de protestos e variados tipos de discriminações.

“Eu quero que nossos políticos vejam o que está acontecendo e eu quero as vozes dessas pessoas que foram perseguidas, quero que suas vozes sejam ouvidas, quero dar a eles um palco para que eles possam contar suas histórias”, declarou o filho de Billy Graham.

A Cúpula Mundial da BGEA é organizada por Tony Perkins, proeminente ativista conservador social e presidente do Conselho de Pesquisa Familiar que mantém um programa de rádio “Washington Watch”.

Originalmente ele aconteceria em Moscou, na Rússia, mas depois da lei “antiterrorismo” o trabalho missionário ficou difícil naquele país e o evento precisou ser reagendado nos Estados Unidos.

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Ao convidar Franklin Graham para o programa eles puderam discutir o assunto sobre a perseguição religiosa, não apenas nos casos de terrorismo, mas também nesse sentido de perseguição por se opor à agenda gay.

“Não é só colocar um foco no que está acontecendo ao redor do mundo, mas o que está acontecendo aqui neste país, onde os cristãos estão sendo perseguidos, mas de uma maneira diferente”.

“Como você disse, não é com uma arma ou uma espada, mas eles estão sendo forçados a abandonar suas empresas, porque não apoiaram a agenda de gays e lésbicas”, completou o pastor.

Um caso lembrado por Graham foi dos confeiteiros cristãos de Oregon que se negaram a fazer um bolo de casamento para um casal homossexual e, por isso, foram multados pelo Estado em US$ 135.000, mesmo alegando que fazer o bolo violaria suas convicções religiosas.

Outro caso citado foi de uma farmácia católica de propriedade familiar em Washington, que processou o Estado por causa de uma lei que impunha que a todas as farmácias o fornecimento de pílulas abortivas nos estabelecimentos.

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“Frequentemente, em todo o país, os cristãos e suas empresas estão sendo escolhidos, porque eles não vão apoiar a agenda de outro grupo de pessoas”, disse Graham. “Precisamos protegê-los, precisamos proteger os cristãos neste país e no exterior”.

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