Da Redação JM Notícia

Nesta quinta-feira (4) aconteceu na 1ª Vara Cível do Rio de Janeiro uma audiência para decidir sobre as novas eleições da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB).

Os advogados das partes envolvidas, foram ouvidos informalmente, entre eles representantes da CGADB, da SCYTL, do pastor José Wellington Bezerra da Costa e do autor da ação, Isamar Pessoa Ramalho.

O requerente, através de seus advogados, pediu que um representante judicial seja nomeado para conduzir as novas eleições, evitando assim que novas fraudes aconteçam para beneficiar um dos candidatos ao cargo.

Pelos representantes da CGADB foi pedido a realização de uma perícia técnica para constar que não houve fraude na eleição de José Wellington Júnior. Eles pediram também que a nomeação dos eleitos seja feita assim que o magistrado, no caso o juiz Thomaz de Souza e Mello, decida se houve ou não fraude.

A SCYTL, empresa responsável pelo voto eletrônico, foi inserida no processo a pedido do autor da ação e em sua defesa afirmou que não houve nenhuma interrupção no processo de votação, dizendo também que novas eleições não faz parte do contrato com a CGADB, pois ela já cumpriu com sua parte no contrato ao realizar as eleições do dia 9 de abril.

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O advogado do pastor José Welligton não disse nada.

“Defiro o prazo de cinco dias para a juntada da documentação pertinente, conforme requerido pela CGADB e SCYTL. Defiro, ainda, a juntada aos autos do laudo de auditoria apresentado pela empresa de auditoria independente TPL.”, concluiu o juiz.

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