Da Redação JM Notícia

A igreja tem feito o papel do Estado e oferece ajuda aos cristãos que fogem do terrorismo

O Estado Islâmico está cumprindo a promessa que fez de matar os cristãos que moram no Norte do Sinai, no Egito e, por conta disto, várias famílias coptas já deixaram suas casas.

Buscando refúgio em Port Said, essas famílias reclamam da negligência do governo que não tem atuado para impedir a onda de ataques contra cristãos.

“Estamos vivendo dentro de pequenas salas e dentro dos acampamentos de jovens e de edifícios de ajuda. Estamos sofrendo e nenhum dos oficiais do governador de Port Said veio nos ouvir”, disseram eles à imprensa.

Cerca de 28 famílias deixaram suas casas em Al-Arish e foram para a nova cidade sem ter nenhum tipo de estrutura que permita a sobrevivência delas.

Eles reclamam da falta de casas, falta de emprego e de ajuda humanitária para que essas famílias possam recomeçar suas vidas. Já teve cristão que, sem ter como sobreviver em Port Said, acabou voltando para Al-Arish e foi morto pelos jihadistas.

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“Onde estão as promessas e a preocupação dirigida a nós no início da crise, onde está a confirmação de cuidar das famílias, vamos permanecer nesses pequenos aposentos e continuaremos a ser negligenciados?”, questionaram os representantes do coptas.

Os cristãos afirmam que apenas a igreja tem fornecido ajuda e que ela tem desempenhado o papel que era do Estado. Com informações ChristianPost.

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