Da Redação JM Notícia

 

O presidente da Aliança Nacional LGBTI, Tony Reis, mostrou preocupação com a onda conservadora que tem se levantado no Brasil, principalmente nas escolas onde os assuntos ligados à “agenda gay” estão sendo barrados ou, pelo menos, gerando polêmicas e protestos.

“Há um setor da sociedade que saiu do armário: os conservadores. Mas nós não vamos voltar para o armário”, disse ele em entrevista ao jornal O Globo.

Tony Reis reclamou da falta de diálogo sobre as questões de gênero nas escolas, destacando a falta de preparo dos professores e da falta de materiais pedagógicos que possam trabalhar o tema com as crianças.

Para ele, os conservadores – que ganham vozes na sociedade por conta principalmente das redes sociais – não querem a igualdade entre as pessoas.

Ele afirma que as escolas precisam tratar sobre orientação sexual “para quebrar o paradigma que prega que é natural ser homofóbico, machista, e cultural ser racista”.

Por isso ele está assustado com o avanço dos conservadores. “Hoje os grandes problemas na sala de aula são o machismo, o racismo e a homofobia. Espero que o CNE veja que temos um problema, que a comunidade LGBT está sendo expulsa das escolas e ela precisa estudar”, completa.

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  • Francisco Das Chagas Matos de

    Esses ativistas LGBT tentam alienar as pessoas sobre a realidade cruel do mundo onde vivem. Enquanto as manchetes dos jornais dão conta dos graves problema de corrupção, furtos, roubos, uma saúde mais doente do que os pacientes, baixos índices de escolaridade, drogas, violência, estupros por toda parte, enchentes e secas, eles só pensam em sexo. Só tem sexo na cabeça. Como se os problemas do Brasil só fossem sexo. Querem que homens e mulheres sejam iguais sexualmente. Só defendem a homofobia, sabendo-se que há muito mais violência à mulher, aos idosos e às crianças de ambos os sexos; mas só defendem o lado deles. Eles mesmos praticam a homofobia entre si a partir do nome LGBT, desrespeitam a si mesmos, visto que nenhum foi batizado e registrado como lésbica, gays, bissexuais e travestis. Isso não é nome de gente, de pessoas. Eu mesmo não os chamo assim. Chamo-os de Maria, José, Raimundo, etc, pelos seus próprios nomes; são minha raça, meus amigos, meus irmãos. Por exemplo: a escola ensina para a vida, para a pessoa ser, ou ter. Portanto, da escola sai um profissional professor, médico, advogado, engenheiro, etc. Não tem a profissão gay. Portanto, você insiste em ser gay, seja, é escolha sua; quem não é, não o é, é escolha dele ou dela. Porque tanta insistência para que todos sejam, desde a infância, com matéria de grade curricular? Prevaleça o respeito de uns aos outros!