Da Redação JM Notícia

Hector Valente Franco, presidente da Fundação Cultural de Palmas

A prefeitura de Palmas, por meio da Fundação Cultural de Palmas, contratou na modalidade pregação presencial, a empresa P2 PRODUÇOES E LOC. DE EST. PARA EVENTOS LTDA e LEDPLAY ILUMINAÇAO PROFISSIONAL pelo valor de R$ 936.328,00 mil reais para prestar serviço de som, palco, arquibancadas, cadeiras, mesas, e equipamentos de iluminação.

A contratação foi divulgada nesta quinta-feira, 08, no Diário Oficial do Município. Pela contratação de som, palco, arquibancadas, cadeiras, mesas, a P2 PRODUÇOES vai receber R$ 585.500,00 (Quinhentos e oitenta e cinco mil e quinhentos reais). Já a LEDPLAY ILUMINAÇAO PROFISSIONAL vai receber (Trezentos e cinquenta mil e oitocentos e vinte e oito reais).

A Fundação Cultural é comandada por Hector Valente Franco, um dos homens de confiança do prefeito de Palmas, Carlos Amastha, que está em viagem à Espanha.

Ao JM Notícia, o vereador Milton Neris (PP), afirmou que irá solicitar cópias dos contratos para saber em quais eventos esta estrutura será utilizada.

POLÊMICAS

Outros contratos da Prefeitura de Palmas foram alvos de questionamentos por parte do Ministério Público, entre eles, a  locação de 11 painéis em 2015, ao custo individual de R$ 9.450,00, totalizando gastos anuais na ordem de R$ 1.247.400,00. A contratação foi feita pela Secretaria de Acessibilidade, Mobilidade, Trânsito e Transporte do Município de Palmas.

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Em 2016, o Ministério Público Estadual (MPE), por meio da 9ª Promotoria de Justiça da Capital, instaurou inquérito civil para investigar possíveis irregularidades no contrato de serviços de locação de estrutura e sonorização para realização de eventos de órgão público da Prefeitura de Palmas. O contrato, no valor de R$ 2.005.800,00, com a empresa BF Locadora e Produtora de Eventos Ltda ­ME teria como fonte de recursos o recolhimento de multas de trânsito.

De acordo com o promotor de Justiça Edson Azambuja à época, causa estranheza a quantidade de adesões de órgãos municipais às Atas de Registro de Preços, conhecidas como “caronas”, ou seja, quando há aproveitamento de Ata de Registro de Preços de outro órgão da Administração Pública, em especial pela referida secretaria municipal.

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