Da Redação JM Notícia

 

Para o escritor M. Hudson, da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, o filme “Mulher Maravilha” é na verdade uma história sobre Jesus Cristo.

Mesmo sendo um filme que fala sobre mitologia grega, o escritor cristão garante que se trata de um filme com bases bíblicas, por ter várias similaridades com a vida de Jesus.

O enredo é realmente semelhante, pois a Diana é filha de Zeus com uma amazona e está predestinada a derrotar o mal, no caso Ares, e salvar a Terra.

Como amazona, Diana tem o dever de ensinar sobre a bondade aos humanos e como deusa, tem o poder de superar obstáculos e assim vencer inimigos poderosos.

Outra ligação seria o fato da Mulher Maravilha ter escolhido deixar o paraíso onde vivia para ir até a Europa encontrar e derrotar Ares, para assim acabar com a guerra e trazer a paz aos homens.

“O filme Mulher Maravilha conta a história de Cristo, e é óbvio, pelas decisões da diretora Patty Jenkins, que isso foi algo planejado desde o início”, declarou Hudson.

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O encontro entre Diana e Ares seria outra semelhança entre as histórias da Mulher Maravilha e de Jesus, pois ela deixa claro que sua missão é vencer o mal e redimir as pessoas más que estavam sob o controle do deus da guerra, mas antes de derrotar o mal ela é tentada a se juntar a ele.

O autor explicou que as famílias mórmons escolhem o filme que irão assistir aos domingos e assim o fazem pensando na história que aquele filme oferecerá aos seus filhos.

“É verdade que o filme vem embalado numa mitologia grega artificial, mas não há dúvida sobre a Cristologia aqui. Para garantir que o expectador entenda a mensagem, a cinematografia praticamente joga na cara cenas tais como Diana descendo lentamente ao chão na posição da cruz”, declara o escritor.

 

Sociedade secularizada prefere heróis e heroínas

Para M. Hudson, a sociedade secularizada não está pronta para aceitar a mensagem de Jesus de forma clara e exposta. “A evidente cristologia de Mulher Maravilha é ainda mais notável quando consideramos a perversidade de seu criador, William Moulton Marston, bem como o crescente sentimento antirreligioso em nossa sociedade cada vez mais secularizada”.

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Por isso, ele entende que absorver uma história como a da Mulher Maravilha é mais fácil. “Mas está tudo bem, como Diana e Cristo nos diriam. Cristo ama e acredita em nós apesar de tudo, e lutará do nosso lado até o último homem – assim como Mulher Maravilha”, completa o autor no artigo publicado no The Federalist.

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