Da Redação JM Notícia

 

O senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) visitou no último final de semana o projeto de piscicultura da Fazenda Pantanal, nas proximidades do município do Sítio Novo, a 650 quilômetros de Palmas. Impressionado com o que viu, o presidente do PSDB Tocantins declarou seu apoio ao projeto.

“Incentivar a piscicultura no Tocantins é apostar numa atividade econômica estratégica para alavancar a economia do Estado e gerar mais renda e emprego para os tocantinenses”, disse ele diante da obra idealizada pelo empresário Gilvan Barros e por Gilvan Barros Filho, que é deputado estadual em Alagoas.

Na Fazenda Pantanal são mais de 170 hectares de lâmina de água de tanques, além de 56 hectares de barragens, um projeto criado em 2014 com apoio do Banco da Amazônia e que hoje gera cerca de 100 empregos diretos e indiretos.

Senador Ataídes e os empresários Gilvan Barros e Gilvan Barros Filho

A expectativa é que, num futuro próximo, sejam produzidas 2.400 toneladas/ano de peixes. Atualmente, a produção de tambaquis, tabapingas e piaus é vendida não só em Tocantins, como no Maranhão e no Pará. O plano é estender a comercialização para o restante do país.

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Nesta visita, o senador Ataídes destacou que a cadeia produtiva da piscicultura está em franca expansão no Tocantins, mas que é preciso garantir maior apoio e assistência técnica, especialmente aos pequenos produtores. “Temos água em abundância no Tocantins. Com apoio e orientações necessárias, a piscicultura é uma excelente opção de renda na região, inclusive por ser uma atividade muito produtiva”, afirmou o parlamentar que ainda lembrou do empenho da prefeita Miyuki, de Brejinho de Nazaré, para estimular a piscicultura no município.

Para Gilvan Barros, a visita do senador Ataídes foi um estímulo importante para os produtores da região. “Esse tipo de incentivo é fundamental. Além de apoiar o agronegócio, o senador é um homem simples, carismático e entusiasmado com quem trabalha e produz. É disso que precisamos para nosso país”, observou. O produtor defendeu a desburocratização e a redução das taxas de licença ambientais, apontadas por ele como “exorbitantes”.

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