Da Redação JM Notícia

Marcelo Miranda (PMDB), governador de Tocantins é um dos alvos da 5ª fase da Operação Ápia (Foto: Elizeu Oliveira / Secom)

O Governador do Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB) e o Procurador Geral de Justiça, Clenan Renaut de Melo Pereira, estão sendo alvos de operação da Polícia Federal na manhã sexta-feira, 18, em Palmas.

De acordo com as primeiras informações, a operação diz respeito à 5ª fase da Operação Ápia, que investiga desvio de dinheiro público em obras públicas no Tocantins. Segundo o G1 Tocantins, Marcelo Miranda deve ser ouvido hoje por um ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Já Clenan Renaut de Melo Pereira, é alvo de operação em sua residência na 108 Norte, em Palmas, onde a PF cumprem mandado de busca e apreensão.

4ª Fase

Clenan Renaut de Melo Pereira, é alvo de operação em sua residência na 108 Norte, em Palmas,

O deputado estadual Eduardo Siqueira Campos (DEM) foi alvo da 4ª fase da Operação Ápia da Polícia Federal, que investiga desvios de recursos públicos no Tocantins em abril deste ano. Na época, Renan Bezerra de Melo Pereira, ex-superintendente de obras, também foi alvo de operação da Polícia Federal em seu escritório de advocacia. Ele é filho do Procurador Geral de Justiça, Clenan Renaut de Melo Pereira.

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Entenda

A 1ª fase da operação foi realizada em outubro do ano passado. Na época, 115 mandados judiciais foram cumpridos. Um deles foi contra o ex-governador Sandoval Cardoso (SD), que teve a prisão preventiva decretada e ficou 15 dias preso na Casa de Prisão Provisória de Palmas.

Segundo informações da PF, o grupo suspeito de fraudar licitações de terraplanagem e pavimentação asfáltica no Tocantins funcionava em três núcleos compostos por políticos, servidores públicos e empresários. A suspeita é de que o grupo tenha desviado cerca de R$ 200 milhões.

Entre os investigados está o ex-governador Sandoval Cardoso, que teve prisão preventiva decretada e se apresentou no dia 13 de outubro do ano passado. O ex-governador Siqueira Campos, também é alvo. No ano passado foi levado para prestar depoimento na sede da PF, em Palmas.

Segundo o superintendente regional da PF no Tocantins, Arcelino Vieira, os núcleos eram formados com a intenção de fraudar e burlar a fiscalização de forma a conseguir lucrar com os serviços, que muitas vezes não eram executados. Com informações G1 Tocantins

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