A senadora Kátia Abreu,do PMDB.Ela diz que foi pressionada a manter Gonçalves no cargo quando foi ministra da Agicultura (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)
A senadora Kátia Abreu, do PMDB (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

A senadora Kátia Abreu (TO), ex-ministra do Governo Dilma e pré-candidata ao Governo do Tocantins, foi suspensa das atividades partidárias do PMDB por 60 dias por disparar duras criticas contra o presidente Michel Temer e desobedecer as orientações da legenda. A princípio, o PMDB cogitava expulsar a senadora, no entanto, recuou e aplicou apenas a suspensão. A decisão foi anunciada nesta quarta-feira (13)

A senadora poderá ainda sofrer outras punições futuras, mas, legou que segue sua vida tranquila:  “Neste exato momento a preocupação do PMDB deveria ser provar que não é uma organização criminosa (quadrilhão). Eu estou longe de ser um problema para o PMDB. Sigo minha vida”, disse Kátia à Folha.

 

PDT

O PDT do ex-ministro Carlos Lupi, está sondando a senadora para se filiar a legenda e ser candidata ao Governo do Tocantins, de acordo com reportagem do site Época.

Segundo a matéria, Kátia está cautelosa quanto a mudar de partido e prefere esperar por reforma política antes de tomar a decisão.

ALIANÇAS

É cada vez mais forte a aliança entre Kátia Abreu e o prefeito Carlos Amastha. A senadora agiu em Brasília para para barrar a PEC 306/2017 que pode impedir Amastha de ser candidato ao Governo ou ao Senado em 2018. Com o mês de outubro já bem próximo, a tendência da PEC é que seja aprovada para entrar em vigor no próximo ano.

Com o olhar no Palácio Araguaia, Amastha e Kátia Abreu selaram uma aliança, afirmando que o candidato do grupo ao Governo, será aquele que estiver melhor nas pesquisas de intenção de voto.

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