Da Redação JM Notícia

Os professores da rede municipal em Palmas, estão há 15 dias em greve e ocupam as dependências da Câmara Municipal de Palmas, pedindo apoio dos vereadores da capital. A categoria reivindica por parte da prefeitura de Palmas, o cumprimento da data-base, retroativos, progressões, titularidades e Plano de Cargo, Carreira e Remuneração em dia.

Ao se pronunciar nesta terça-feira, 19, pela primeira vez sobre a greve dos professores,  o prefeito de Palmas, Carlos Amastha, pediu aos pais que levem os filhos para a escola e aos professores grevistas que retornem para sala de aula, pois não existe base legal que sustente o movimento. 

Amastha disse ainda durante coletiva à imprensa, que “ninguém vai negociar absolutamente nada em uma greve que foi declarada ilegal 24 horas depois de ter sido deflagrada”.

MEDIDAS

Para conter a greve dos professores, o prefeito propôs contratação de mais de 500 profissionais temporários para as unidades escolares.

Por meio de Assembleia Geral nesta terça-feira, 19, o sindicato decidiu por unanimidade pela continuidade da greve e o início de greve de fome por parte de alguns professores da educação, se até às 18 horas o município de Palmas não negociar com a categoria.

Segundo o sindicato dos Trabalhadores em Educação do Tocantins, 50 das 72 unidades da rede municipal estão sem aulas e 22 funcionando de forma parcial. 

De acordo com o vereador professor Júnior Geo, o Executivo age com desrespeito com a educação. “Enquanto não houver uma negociação que atenda às necessidades estabelecidas pelos professores não vamos desistir. A Educação precisa ser valorizada”, afirmou.

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