Da Redação JM Notícia

Um artigo da revista Veja desta semana, com o título de “Essa gente incômoda”, causou revolta nos evangélicos que foram citados como pessoas que incomodam cada vez mais alguns setores da sociedade. 

A Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) se posicionou mostrando indignação com o texto e seu presidente, pastor Wellington Júnior, resolveu se pronunciar “sem dar eco à voz da intolerância e o preconceito”, defendendo os evangélicos do país. 

“Somos servos, multidões de pessoas de todos os segmentos da sociedade, mas mais diversas condições sociais, econômicas e culturais. Somos pescadores, lavradores, lavadeiras, parteiras, professores, profissionais liberais, agricultores, desportistas, empresários, médicos, juízes, desembargadores, dentistas, industriais, artistas, intelectuais, enfim, uma multidão de pessoas que professam que Jesus Cristo é o único Salvador da humanidade e que prestam relevantes serviços ao provo brasileiro, e que parecem ‘incomodar'”, escreveu. 

Wellington Júnior cita a fundação da Igreja Assembleia de Deus e lembra que por mais de 100 anos a denominação “tem levado às famílias brasileiras a salvação em Cristo e uma nova proposta de vida que inclui a paz, o amor, a solidariedade e a esperança da vida eterna”. 

Para encerrar, o pastor escreve que não se importa por incomodar as pessoas só por acreditar que Jesus Cristo é o Senhor. “Se isso for incomodar, continuaremos incomodando!”  

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