Da Redação JM Notícia

O Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR) perde a apelação feita contra a última decisão judicial movida contra a psicóloga Marisa Lobo. A entidade acusava a profissional de promover situações vexatórias e constrangedoras contra o conselho, pedindo danos morais. 

Em agosto, a juíza Soraia Tullio, da 4ª Vara Federal de Curitiba defendeu a liberdade de expressão de Marisa Lobo e condenou a entidade a pagar as custas do processo e parte dos honorários dos advogados da psicóloga.  

O CRP-PR apelou e Tribunal Regional Federal da 4º Região manteve a sentença anterior. “Inexiste comprovação de que tenha havido abalo profundo da imagem, no plano social, objetivo, externo, de modo a que se configurem situações de constrangimento, humilhação ou degradação passíveis de macular a reputação do Conselho perante a sociedade. A demonstração disso deve ser feita de forma inequívoca nos autos, o que não ocorreu, não gerando o direito à indenização pleiteada”, assina o desembargador Federal Luis Alberdo D Azevedo Aurvalle. 

  

Entenda o caso 

Marisa Lobo sofre perseguição pelo Conselho de Psicologia por utilizar suas redes sociais para promover o cristianismo. Por se identificar como “psicóloga cristã”, Marisa quase perdeu o registro profissional, mas conseguiu reverter o caso na Justiça. 

Após esse fato, ela passou a se manifestar contrariamente ao Conselho em suas redes sociais, declarando que sofre perseguição por ser cristã e ter ideias contrárias as defendidas pelo órgão, principalmente em assuntos ligados à causa LGBT. 

Defensora da família tradicional, Marisa Lobo tem se posicionado contra a ideologia de gênero, mostrando através da psicologia os males dessa teoria que querem ensinar para as crianças brasileiras. 

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