Da Redação JM Notícia

Vereador Filipe Martins apresentará projeto de lei contra implantação de banheiros unissex

No final de outubro deste ano a Justiça americana condenou a 70 anos de prisão a mulher transexual Michele Martinez que no começo do ano abusou sexualmente de uma menina em um banheiro unissex de Wyoming, nos Estados Unidos.

O caso repercutiu no mundo, foi noticiado pelo jornal carioca a Nação,  e utilizado nesta quarta-feira (6) pelo vereador Filipe Martins para fazer uma crítica à ideologia de gênero e aos projetos de banheiros unissex que “serviriam” para não constranger transexuais e travestis.

Michele, que nasceu como Miguel, abusou sexualmente de uma menina filha de seus amigos. Segundo informações da imprensa internacional, transmitidas pelo Jornal Nação, a pequena de apenas 10 anos foi estuprada e relatou o caso à mãe que fez a denúncia. Apesar da mulher trans negar o crime, exames médicos constataram que houve conjunção carnal, o que foi decisivo para a condenação de Michele.

Ao falar sobre o caso, o vereador citou que no Brasil já há leis garantindo banheiros unissex como é o caso da Universidade Federal do Tocantins, Campus Cimba de Araguaína (TO).

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Olha a porta que nós estamos abrindo aqui no Brasil”, alerta o parlamentar criticando os pensamentos “liberais” que defendem a ideologia de gênero. “É inadmissível que nãos aceitamos esse tipo de implantação [de banheiros unissex]”.

Segundo o vereador é um perigo colocar esses banheiros nas escolas. “Isso é abertura para pedofilia e estupros, não podemos aceitar que isso chegue ao nosso município”. Para impedir isso, Filipe Fernandes apresentará um projeto de lei proibindo a implantação de banheiros unissex na cidade de Palmas. “A abertura desse mal pode causar danos irreparáveis”, ponderou.

Ainda segundo Filipe Martins, os defensores dos banheiros unissex alegam o constrangimento dos transexuais em utilizar o banheiro do sexo de nascimento e não do qual ele se identifica. Todavia, o parlamentar questiona nesses ambientes serão as mulheres e as crianças quem ficarão constrangidas com a presença de homens no mesmo espaço que elas.

“Esse é o posicionamento que eu tenho, não mudo de forma nenhuma e não aceito que isto seja aceito em nosso município”, concluiu.

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