Da Redação JM Notícia

Temer fala durante a 11ª Conferência Ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC)

Neste domingo (10) o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, comentou a decisão dos Estados Unidos sobre o reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel e também sobre a revolta dos palestinos. 

Na visão do premiê, “os palestinos devem enfrentar a realidade”, pois nos últimos 3.000 anos Jerusalém foi a capital de Israel e “nunca foi a capital de nenhum outro povo”. 

Episódios de violência foram registrados próximo da Embaixada dos Estados Unidos no Líbano e também em outros locais neste domingo, somando-se a outros episódios que deixaram feridos e dois mortos desde a declaração de Donald Trump. 

Líderes da União Europeia se encontrarão com Netanyahu 

Nesta segunda-feira (11) Netanyahu se encontrará com chanceles da União Europeia que apresentarão uma posição unificada sobre a decisão americana sobre Jerusalém. 

Um dos principais críticos do reconhecimento é o presidente francês, Emmanuel Macron, que declarou que se trata de uma “ameaça perigosa à paz”. 

“Pedi ao premiê Netanyahu que faça gestos corajosos em direção aos palestinos para que saiam do atual impasse”, afirmou Macron que quer propor que Israel pare com os assentamentos construídos na área oriental de Jerusalém. 

Macron é a favor da criação de dois estados com a declaração da Palestina como um estado independente. “Não acredito que precisamos de mais iniciativas”, afirmou Macron. 

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