Da Redação JM Notícia

As ruas de Cochabamba foram tomadas por manifestantes contrários ao Novo Código Penal que acaba com a democracia no país

O Novo Código Penal da Bolívia tem deixado diversas denominações preocupadas em como será aplicado o artigo 88 que pune com prisão de sete a 12 anos que recrutar “pessoas para sua participação em conflitos armados ou em organizações religiosas ou de culto”. 

A Igreja Adventista do Sétimo Dia se posicionou através de seu site comentando a situação da Bolívia, pois além das igrejas cristãs (católica e evangélicas), outros setores da sociedade estão lutando para a nova lei ser revogada, como os médicos, caminhoneiros, farmacêuticos e outros. 

“A Igreja Adventista do Sétimo dia sustenta que a liberdade religiosa é um direito humano, conforme afirmado na Declaração Universal dos Direitos Humanos e em outros instrumentos internacionais e nacionais, e entende que restringir esse direito é uma restrição à dignidade humana”, diz o texto. 

A nota diz que a denominação vê “com preocupação” qualquer ameaça contra o direito de liberdade religiosa. “O A Igreja Adventista do Sétimo dia sustenta que a liberdade religiosa é um direito humano, conforme afirmado na Declaração Universal dos Direitos Humanos e em outros instrumentos internacionais e nacionais, e entende que restringir esse direito é uma restrição à dignidade humana”, garantiu. 

Por acreditar que o momento pede prudência e diálogo para que o governo de Evo Morales venha a revisar o texto do Novo Código Penal, a igreja pede oração. “Este é um momento de prudência e diálogo. Por esta razão, a Igreja convida todas as pessoas e organizações a se juntarem a nós em oração. Que Deus conceda sabedoria aos nossos governantes sobre o assunto em discussão.”