Da Redação JM Notícia 

Sede do PreviPalmas (Foto: Divulgação)

O presidente do PreviPalmas, Maxcilane Machado Fleury, deve ser afastado do cargo durante as investigações sobre o investimento suspeito feito pela instituição. É o Tribunal de Contas do Estado (TCE) que recomenda essa atitude, assim como o afastamento de toda a diretoria.

O PreviPalmas investiu R$ 30 milhões em um fundo de investimentos Icla Trust, em um projeto chamado Cais Mauá, em Porto Alegre (RS).

Acontece que a Prefeitura verificou irregularidades nessa aplicação, a começar pelo fato da Icla Trust ser o novo nome da empresa NSG, que deu um prejuízo de R$ 330 milhões ao Igeprev.

O caso levou o prefeito Carlos Amastha a exonerar o diretor de investimentos do PreviPalmas, Fábio Martins Costa, que já declarou ser inocente, pois seu cargo era apenas de analisar os fundos, sem ter o poder de decidir sobre as aplicações serão feitas.

A Câmara Municipal de Palmas pediu a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso, A Prefeitura de Palmas ainda não se manifestou sobre a recomendação do TCE.