Da Redação JM Notícia

Imagem meramente ilustrativa (Foto: Pixabay)

Três alunos de colégios particulares tradicionais de São Paulo cometeram suicídio nas últimas semanas, levando as instituições de ensino a se mobilizarem e procurarem formas de prevenir novos casos, conversando com os alunos e tentando identificar problemas entre eles.

Dois casos aconteceram no Colégio Bandeirantes, o primeiro caso foi registrado em 10 de abril, e o segundo neste domingo, dia 22, causando grande comoção aos alunos, pais e professores da instituição localizada no bairro de Vila Mariana.

O Colégio Agostiniano São José, no Tatuapé, também registrou um caso de suicídio na semana passada, e as instituições de ensino começaram a promover debates sobre o tema tão delicado de se tratar com os estudantes.

Os três casos exemplificam o crescimento do suicídio de jovens brasileiros, um aumento de 65% entre os anos de 2000 e 2015 sobre a morte de jovens de 10 a 14 anos e de 40% dos jovens de 15 a 19 anos segundo dados da Folha de São Paulo.

Isso expõe a necessidade de acompanhar as crianças e adolescentes e promover grupos de apoios e palestras para alertar sobre os perigosos de jogos e desafios que possam estimular o suicídio, além de tratar de temas como o bullying, sexualidade, dificuldades de lidar com frustrações entre outros sentimentos geralmente relacionados com os casos.

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Além dos colégios que sofrem pela perda dos estudantes, outras instituições da capital paulista também estão convidando especialistas para orientar professores e então levar o assunto para os pais e alunos.