Além de membros do primeiro escalão do governo do Estado, a reunião contou com representantes da Assembleia Legislativa, Polícia Federal, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Defensoria Pública e outros.

O governo do Estado realizou uma reunião de emergência na noite dessa quarta-feira, 23, para discutir estratégias para enfrentar o momento de crise em decorrência da greve dos caminhoneiros. O objetivo do governo é estabelecer um plano básico para garantir o abastecimento de combustíveis de ambulâncias e viaturas de serviços essenciais inadiáveis para não comprometer o atendimento básico à população tocantinense. Além de membros do primeiro escalão do governo do Estado, a reunião contou com representantes da Assembleia Legislativa, Polícia Federal, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Defensoria Pública e outros.

Foram elencadas como prioridades neste momento o combate aos abusos de preços praticados por postos de combustíveis, classificado como um crime contra a economia; priorizar os estoques de combustíveis do governo para atender as viaturas policias e do Corpo de Bombeiros, ambulâncias e outros veículos oficiais e o estabelecimento de um gabinete de crise, para discutir situações que porventura possam ocorrer. Também foi determinado pelo Governo a realização de estudos para criação de um estoque de combustíveis de segurança nacional, como prevê a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para cada Estado.

VEJA TAMBÉM
Araguaína tem cinco dias para prestar esclarecimentos sobre suspensão de exames laboratoriais

O secretário chefe da Casa Civil, Rolf Vidal, que presidiu a reunião, disse que neste momento em que os caminhoneiros ainda não sinalizaram com a possibilidade de cessar o movimento, Governo precisa buscar formas de garantir os serviços e básicos e minimizar os transtornos à população. “A nossa obrigação é buscar formas de garantir o funcionamento da segurança pública, a saúde e os serviços básicos”.

Com a paralisação dos caminhoneiros muitos postos estão ficando sem combustíveis em Palmas e outras localidades. O fato provocou tumulto nos postos de combustíveis na quarta-feira, 23, o que provocou falta do produto na capital e em várias cidades do Estado, além de aumento de preços abusivos.