Da Redação JM Notícia

Beth Eckert é ex-bruxa e tem compartilhado suas experiências em um canal do Youtube (Foto: Reprodução Facebook)

Beth Eckert é uma ex-bruxa que se converteu e começou a perceber que havia algo com a adoração moderna quando passou a participar de um grupo de louvor de sua igreja.

Ela usava os louvores para ter um tempo íntimo com Deus, mas começou a perceber que estava sendo atacada por feitiçaria. Segundo ela, os ataques eram sutis, mas ela, após tantos anos no ocultismo, conseguiu identificá-los.

“Eu comecei a reconhecer que havia uma grande batalha dentro da minha adoração. Depois de cerca de dois anos, o louvor se tornou um momento de intensos ataques de bruxaria contra mim. Isso tornou ainda mais difícil a minha tentativa de focar em Jesus, porque os ataques espirituais me deixavam debilitada”, contou.

Ela chegou a acreditar que o problema estava na igreja e trocou de denominação, mas os ataques não diminuíram. “Eu não reconhecia nenhum problema durante o louvor. Mas depois de alguns meses, eu percebi que novamente a minha adoração não estava mais focada em Jesus”, relembra Eckert que criou um canal no Youtube para compartilhar seu testemunho.

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Foi então que ela percebeu que a adoração moderna tem centrado mais no homem do que em adorar a Deus. “A música de adoração moderna tornou-se um disfarce de Satanás para atrair o povo de Deus e alinhá-lo com a adoração profana”, diz ela.

Onde está o foco do louvor?
Beth questiona o tipo de canção que estão sendo tocadas nas igrejas e o foco que estão dando para o momento de adoração.

“Muitas vezes, o foco do louvor está na música em si, na banda, nas luzes, na fumaça, em toda a produção, nas roupas dos líderes, mas não tem nada a ver com Jesus”, disse.

“Talvez a igreja até tenha Jesus em seu nome e cante músicas com o nome de Jesus e Deus na letra. Eu não estou dizendo que Jesus não está nesses lugares, porque Jesus é Deus e Ele está em todo lugar. Mas certamente Ele não está colocado no centro desses templos”.

Ela acredita ainda que há muitos outros deuses sendo adorado nesse momento, o que tornaria as igrejas evangélicas um espaço de idolatria a deuses do Antigo Testamento.

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“Muitas vezes não nos damos conta de que há vários outros deuses sendo adorados. Se olharmos para o Antigo Testamento, veremos que estamos lutando exatamente contra os mesmos deuses, como Baal, Malok. Estes são apenas alguns dos nomes dos deuses que ainda estão ‘vivos’ na mente das pessoas, sendo adorados ativamente e estão sendo enviados às casas de adoração, muitas vezes infiltrados dentro das próprias igrejas”, alertou.