Da Redação JM Notícia

As denúncias de pais de alunos da Escola de Tempo Integral Anísio Spínola Teixeira também chegaram até o vereador Diogo Fernandes que ficou assustado com o que foi relatado, tanto que ele promete tomar providências.

Segundo os pais, a sexóloga que deu uma palestra sobre sexologia para alunos de 11 a 14 anos falou abertamente sobre o tema, falando sobre sexo anal e simulando sexo oral no dedo de três alunos.

“Levantei o tema com outros vereadores e foi discutido na Câmara. Achei um absurdo o que foi relato pelos pais”, declarou o vereador. “Isso é inadmissível e deve ser apurado”, concluiu.

O parlamentar espera que a prefeitura venha a apurar o que aconteceu na escola, pois o assunto tem gerado grande discussão na cidade e nas redes sociais.

A Fundação Municipal da Juventude de Palmas e a Secretaria Municipal da Educação, responsáveis pelo programa “E Agora”, afirmam que a palestra tem um formato “leve e descontraído” para tratar sobre sexo, drogas e tecnologia.

Porém, o vereador declara que as denúncias são graves. “Os pais estão furiosos com o teor das palestras. Isso causou revolta em muita gente e precisamos averiguar”.

VEJA TAMBÉM
Câmara de Palmas aprova Refis 2019 e Cinthia fala em celeridade na aprovação

Denúncia de caso de pedofilia na Anísio Spínola Teixeira 

O vereador Diogo Fernandes ainda faz uma denúncia contra a escola sobre um caso de pedofilia. Uma ata entregue ao parlamentar, narra que a diretora da ETI Anísio Spínola Teixeira foi chamada para cobrar explicações de um professor que teria beijado uma aluna na boca.

“Recebemos uma ata que fala que a diretora chamou um certo professor para ele explicar o caso de um beijo na boca entre ele e uma criança. Está tendo muitas denúncias sobre esta escola e nós precisamos investigar”, declarou.

Vereador propõe audiência nas Comissões da Casa de Leis

“Ficou combinado na Câmara que iremos fazer uma audiência nas comissões referente a isto, vamos chamar autoridades como promotores, Defensoria Pública e o Conselho Tutelar para que possamos averiguar”, afirmou o parlamentar querendo encontrar os verdadeiros responsáveis.

“Escola não ensina sexualidade” 

Outra declaração feita pelo parlamentar é que a escola não deve abordar assuntos que devem ser tratados em família, quando os adolescentes tiverem idade suficiente para entender.

VEJA TAMBÉM
Justiça alemã determina que mulher transexual não pode ser registrada como mãe

“Sexualidade não pode ser abordada em sala de aula. Nossos filhos têm que ir para a escola para aprender matemática, português, ciências, geografia, história… não sexualidade”, completou ele que é pai e não gostaria que sua filha, sendo criança, fosse exposta a tal conteúdo.

“Criança não tem maturidade para entender o que se passa. Esses temas têm que ser tratado pelos pais quando a criança tiver maturidade”, declarou. “Eu repudio veementemente esse tipo de prática dentro das escolas, eu fiquei muito preocupado com esses assuntos”, terminou.