Da Redação JM Notícia

40% dos entrevistados consomem álcool, 31% consomem remédios, 23% cigarro e 5% drogas ilícitas| Foto: Pixabay

A Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) realizou uma pesquisa que identificou o álcool como sendo a droga mais consumida no estado.

Durante quatro anos agentes de saúde coletaram informações em 69 municípios, com cerca de 12 mil pessoas com idades entre 18 e 69 anos.

Pelo resultado, 40% dos entrevistados, cerca de 4,8 mil pessoas, responderam que consomem álcool. Os medicamentos aparecem em 2º lugar, com 31% dos entrevistados, ou 3,7 mil pessoas. Em 3º, com 23% das respostas, está o cigarro que é consumido por cerca de 2,7 mil dos entrevistados. Drogas ilícitas como maconha, crack e cocaína estão em último lugar com 5% de consumo entre os entrevistados.

A pesquisa da Unitins teve como objetivo fazer r um panorama sobre o consumo de drogas no estado e também traçar o perfil socioeconômico e familiar dos usuários. Dos entrevistados, 8,4 mil são mulheres e 3,6 mil são homens.

Os agentes também questionaram sobre a existência de consumo de drogas em casa e 72% dos entrevistados disseram não ter conhecimento do consumo de drogas em suas residências. Já 1,5 mil dos entrevistados afirmam que o uso da droga citada na entrevista é diário.

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Questionados sobre o que são drogas lícitas e ilícitas, 6 mil informaram saber a diferença e 5,4 mil não sabem qual é a diferença entre elas. Um dado alarmante foi identificado nesse estudo: 88% dos entrevistados apontaram que o uso de álcool ou drogas está relacionado com a violência domiciliar.

Pesquisa socioeconômica 

A pesquisa da Unitins também consultou dados socioeconômicos dos entrevistados. 35% deles possuem Ensino Médio completo, o que corresponde a 4,2 mil pessoas da pesquisa. 25% possuem o ensino fundamental incompleto, ou 3 mil entrevistados. O ensino superior completo é a escolaridade de 10% dos entrevistados.

Os dados de renda familiar anotados apontam para que 62% das pessoas recebem de um a dois salários mínimos, 18% tem renda de três a cinco salários mínimos e 16% tem renda menor que um salário mínimo.