Da Redação JM Notícia

Foto meramente ilustrativa (Foto: Pixabay)

A família tradicional, formada por um homem e uma mulher, tem sofrido ataques de várias formas e o pastor Daniel Vieira resolveu escrever um texto exaltando a beleza da família e sua importância para os filhos.

O pastor diz que pseudo-intelectuais e a imprensa tentam ditar regras de convivência e de conduta para promoverem outras formas de família. “Na visão desses pseudo-intelectuais, pai e mãe, devem ser trocados por cuidador e cuidadora e a família tradicional de pai e mãe, agora passa a conviver com a família moderna de dois pais e filhos, duas mães e filhos, um pai e duas mães e filhos, uma mãe e dois pais e filhos, e etc…”, disse.

Pastor Daniel Vieira, presidente da Convenção Assembleia de Deus Ceadseta Maranhão

O líder assembleiano da Convenção CEADSETA do Maranhão declara que ainda que tentam menosprezar a beleza da família tradicional, nada poderá ser tão belo quanto ela. Para ele é lindo ver o filho tentando se parecer com o pai e a filha imitando a mãe.

“Podem me chamar de retrógrado, fundamentalista, fascista e até de nazista, já que é isso que falam daqueles que não aceitam os preceitos que tentam impor, todavia, os meus olhos sempre se encherão com a beleza de poder olhar um filho chamar: ‘Papai!’ e ‘Mamãe!’”, disse.

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Leia na íntegra:

A BELEZA DA FAMÍLIA TRADICIONAL

A família tradicional está sendo atacada ferozmente por muitos pseudo-intelectuais tendo como porta voz a Rede Globo e parte da grande mídia.

A união desses dois grupos, tenta, de todas as formas, ditar as regras de convivência e de conduta de nossa sociedade.

Na visão desses pseudo-intelectuais, pai e mãe devem ser trocados por cuidador e cuidadora. E a família tradicional de pai e mãe, agora passa a conviver com a família moderna: Dois pais e filhos, duas mães e filhos, um pai e duas mães e filhos, uma mãe e dois pais e filhos etc…

Podem tentar de todas as formas menosprezar a beleza da família tradicional, mas nada é tão belo quanto um filho poder dizer: “Eu tenho um pai e uma mãe”. Isso é mais belo do que dizer: “Eu tenho dois pais, ou, eu tenho duas mães”.

Ou numa roda com amigos, falar do marido do meu pai ou da mulher da minha mãe.

Me encanta um filho pequeno calçando as botas do pai e andando pela casa, querendo parecer-se com ele.

Me encanta uma filha calçando as sandálias da mãe e vestindo as suas roupas andando trôpega na casa querendo se parecer com ela.

Me encanta ver o papel do pai, de mantenedor, de dá segurança, de corrigir e de dar força à criança que cresce mandando que se levante depois de cada tombo.

Me encanta ver o colo da mãe, o sopro sobre os arranhões da queda dizendo que logo vai passar e o olhar de amor.

Podem me chamar de retrógrado, fundamentalista, fascista e até de nazista, já que é isso que falam daqueles que não aceitam os preceitos que tentam impor, todavia, os meus olhos sempre se encherão com a beleza de poder olhar um filho chamar: “Papai!” e “Mamãe!” 

A família tradicional  nem deveria ser chamada assim, pois segundo Deus, ela é simplesmente “Família” o resto é imitação barata.

DANIEL VIEIRA