Da Redação JM Notícia

Maxcilane Machado Fleury pediu exoneração do cargo de presidente do PreviPalmas

O presidente do PreviPalmas, Maxcilane Machado Fleury, enviou nesta sexta-feira (16) uma carta pedindo exoneração ao prefeito Carlos Amastha (PSB), do cargo após recomendação da 6ª relatoria do Tribunal de Contas do Estado – TCE-TO.

No texto, Fleury agradece a oportunidade que teve, agradeceu aos funcionários do instituto e principalmente ao prefeito e a vice-prefeita, Cinthia Ribeiro. Ele ainda agradece aos vereadores, seus familiares e a população palmense.

“Afasto-me em harmonia e agradecido de ter feito parte de um momento da administração, com cabeça erguida e de voz levantada para assumir todas as minhas ações e decisões, com a certeza da consciência limpa e do dever cumprido, com a convicção plena que o próximo gestor encontrará uma estrutura bem melhor do que a que recebemos”, diz.

O pedido de exoneração foi apresentado horas depois do Tribunal de Contas do Estado (TCE) recomendar sua saída, assim como o afastamento de toda a diretoria até que a investigação sobre o investimento suspeito seja realizada.

O PreviPalmas investiu R$ 30 milhões em um fundo de investimentos Icla Trust, em um projeto chamado Cais Mauá, em Porto Alegre (RS). Icla Trust é o novo nome da empresa NSG, que deu um prejuízo de R$ 330 milhões ao Igeprev.

VEJA TAMBÉM
Câmara de Palmas cancela transferência do Poder Legislativo para Taquaruçu

O investimento está sob suspeita e levou o prefeito a exonerar o diretor de investimentos do PreviPalmas, Fábio Martins Costa, que já declarou ser inocente, pois seu cargo era apenas de analisar os fundos, sem ter o poder de decidir sobre as aplicações serão feitas.

A Câmara Municipal de Palmas pediu a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso.