Da Redação JM Notícia

Folha requer à Prefeitura área para construção da Casa de Acolhimento do Idoso e outros benefícios

O vereador professor Júnior Geo (PROS), acusou o presidente da Câmara de Palmas, Folha Filho (PSD), na manhã desta quarta-feira, 21, de impedir a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as aplicações do Instituto de Previdência Social do Município (PreviPalmas).

Durante seu pronunciamento, Geo apresentou os documentos referentes à CPI, entre eles, o parecer favorável da Procuradoria da Casa e o requerimento com as assinaturas dos vereadores para realização da Comissão.

Júnior Geo ressaltou ter seguido todos os trâmites necessários para a instauração da CPI, e que apresentou o pedido há quase um ano, em abril de 2017. “O presidente da Câmara segurou a solicitação da CPI por aproximadamente um ano. A justiça determinou que isso é um problema interno da Casa de Leis. Em nenhum momento a Justiça falou que a CPI não poderia ser criada, ela apenas determinou que o Regimento Interno e a Lei Orgânica precisam ser seguidos”, afirmou.

“NÃO PAUTA”

Segundo Júnior Geo (Pros), o vereador Folha não pauta a CPI, e alega que R$ 50 milhões não são justificáveis para que se crie a CPI:

“O presidente da Casa não pauta, sobre a alegação de que R$ 50 milhões não são justificáveis para que se crie a CPI. Vossa excelência foi eleito para representar a sociedade palmense, para presidir adequadamente os trabalhos desta casa. O serviço de vossa excelência enquanto presidente  é de defender os interesses da sociedade e não do Executivo. Nós estamos aqui com um único propósito, fazer aquilo que gostaríamos que fizessem por nós, é para isso que somos eleitos. Nós somos representantes do povo, nós não somos representantes daqueles que tem interesse em usurpar o dinheiro dos servidores”, disse Geo durante fala na tribuna.

ENTENDA

O PreviPalmas investiu R$ 30 milhões em um fundo de investimentos Icla Trust, em um projeto chamado Cais Mauá, em Porto Alegre (RS). Icla Trust é o novo nome da empresa NSG, que deu um prejuízo de R$ 330 milhões ao Igeprev.

O investimento está sob suspeita e levou o presidente do PreviPalmas, Max Fleury Filho a pedir demissão do cargo.

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